Médico Dermatologista · Cirurgia
Revisado pelo Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista, em 06/11/2026
Avaliação de lesões suspeitas com dermatoscopia, biópsia e tratamento cirúrgico, com análise histopatológica de toda lesão suspeita retirada.
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Em resumo
O câncer de pele em Londrina segue o padrão do país: é o tipo de câncer mais frequente e também o que oferece a melhor chance de resolução quando identificado cedo. A diferença entre uma coisa e outra costuma ser uma consulta que não foi adiada.
No consultório do Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista em Londrina, a lesão que preocupa você é examinada com dermatoscopia e, quando indicado, biopsiada e removida cirurgicamente — com o mesmo médico conduzindo do diagnóstico ao resultado do laudo.
Quando procurar o médico dermatologista?
Nenhum desses sinais significa câncer por si só, mas todos pedem exame.
Avaliações no Google
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Dr. João é muito cuidadoso, tirei um cisto que me incomodava muito e foi tudo muito rápido e sem dores.Cisto sebáceo →
Minha primeira consulta, mãos de anjo, tirei 2 pintas que me incomodaram por muito tempo que nem senti dor.Remoção de pintas →
Transmite muita segurança e confiança ao paciente. Realizei uma cantoplastia com o doutor, e o procedimento foi um sucesso!Unha encravada →
Câncer de pele não é uma doença só: os três tipos mais comuns têm aparência e comportamento diferentes. E a maioria das lesões que preocupam é benigna — descobrir isso leva uma consulta.
A ferida que não fecha Pequena, sangra e volta a formar crosta.
A mancha que descama Avermelhada, plana e persistente.O mais frequente. Bolinha brilhante ou ferida que não fecha, em área de sol.
Lesão áspera, endurecida ou com ferida, ligada ao sol acumulado.
Menos comum e mais agressivo. Pinta que muda ou pinta nova diferente das outras.
Cresce devagar e quase não se espalha, mas destrói o tecido em volta se não for tratado. Aparece em nariz, pálpebras, orelhas, rosto e colo como lesão perolada, com vasinhos finos, que sangra fácil e forma crostas de repetição.
Lesão endurecida, áspera, avermelhada ou com ferida, às vezes dolorosa. Tem mais chance de se espalhar que o basocelular, sobretudo no lábio, na orelha e em quem usa imunossupressores.
Pode surgir numa pinta antiga ou em pele normal. Na fase inicial, a cirurgia costuma resolver; diagnosticado tarde, o cenário muda bastante.
Casquinhas ásperas no rosto, nas orelhas, no couro cabeludo calvo e no dorso das mãos de quem tomou muito sol. Não são câncer, mas uma parte pode evoluir para carcinoma espinocelular — e têm tratamento próprio, muitas vezes sem cirurgia.
A regra do ABCDE ajuda a saber quando procurar o médico. Não substitui o exame, mas é ela que costuma trazer o paciente na hora certa.
Pinta comum Redonda, borda nítida e cor uniforme.
Sinal de alerta Assimétrica, borda irregular, mais de uma cor.Na consulta, traga todas as lesões que incomodam, não só a que mais preocupa: é comum a lesão que motivou a visita ser inofensiva e outra, que passou despercebida, merecer atenção.
Quanto mais cedo o diagnóstico, menor a cirurgia e menor a cicatriz.
O carcinoma cresce também por baixo da pele, onde não se vê (Figura 3). A cirurgia retira o tumor com uma margem de pele saudável em volta — e essa margem é menor quando a lesão é pequena.

Por fora
Por dentro
Na cirurgia
Todas as etapas são feitas pelo próprio médico, e a maior parte no consultório, com anestesia local.
O dermatoscópio amplia a lesão e mostra padrões de pigmento e vasos invisíveis a olho nu. É indolor, rápido e feito na própria consulta. Evita tanto remoções desnecessárias quanto atrasos no diagnóstico. A avaliação define, para cada lesão:
Pode ser incisional, excisional ou por punch, conforme a lesão. A análise define o diagnóstico, o tipo do tumor e o que orienta o tratamento.
O tratamento padrão da maioria dos cânceres de pele é a retirada com margem de segurança. Casos maiores ou em locais delicados, o que é raro, são operados pelo próprio médico em ambiente hospitalar.
O material vai para análise, que confirma se as margens ficaram livres. Quando não ficam, a cirurgia é ampliada — etapa que técnicas que destroem a lesão sem análise não permitem.
Quem já teve câncer de pele tem mais risco de ter outro, e as revisões passam a fazer parte da rotina. Casos que pedem cirurgia micrográfica ou avaliação oncológica são encaminhados a serviço especializado, com acompanhamento conjunto.
A avaliação é dirigida às lesões que preocupam você e àquelas identificadas durante o exame da região. Não é um rastreamento por imagem do corpo inteiro — é exame clínico com dermatoscopia, que é o que permite decidir a conduta de cada lesão.
Se você se reconhece em algum item, vale marcar uma consulta antes de ter um motivo:
Pele morena e negra também tem câncer de pele, com frequência em palmas, plantas e unhas, onde o diagnóstico costuma ser mais tardio. E o dano do sol é cumulativo: o que aconteceu na juventude conta na vida adulta. Câmaras de bronzeamento artificial, proibidas no Brasil, também aumentam o risco.
O que reduz o risco:
Para o autoexame não é preciso saber diagnosticar: basta perceber o que mudou.

Dr. João Victor Bezerra · CRM-PR 57.044 · RQE 35.332
Formado em Medicina pela UNOESTE, fez residência em Dermatologia no Hospital Regional de Presidente Prudente, pelo SUS-SP, e é Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Diagnóstico e tratamento de câncer de pele exigem exame especializado, técnica cirúrgica e interpretação de laudo. A condução segura depende de:
O valor varia conforme o número de lesões avaliadas, a necessidade de biópsia ou cirurgia, o tipo e o tamanho do tumor, a localização anatômica, o local de realização e a análise patológica — informações que só existem depois da avaliação.
A consulta de avaliação tem valor próprio e é o ponto de partida. Nela você recebe o exame das lesões, a conduta indicada e os valores discriminados. Valores atualizados de consulta são informados pelo WhatsApp da clínica.
Atendimento exclusivamente particular, sem convênio. Aceitamos PIX, cartão de débito e cartão de crédito. Procedimentos cirúrgicos podem ser parcelados em até 10x no crédito, conforme o valor; a consulta não é parcelada. A nota fiscal é emitida em nome do paciente, para dedução no Imposto de Renda.
O câncer de pele apresenta altas taxas de resolução quando diagnosticado e tratado precocemente, especialmente os carcinomas basocelular e espinocelular. No melanoma, o prognóstico depende fortemente da espessura do tumor no momento do diagnóstico — quanto mais cedo, melhor. Cada caso é individual e avaliado clinicamente.
É o exame feito com um aparelho que amplia a lesão e revela estruturas invisíveis a olho nu: padrões de pigmento, vasos e formas que ajudam a diferenciar o benigno do suspeito. É indolor, rápido e feito na própria consulta.
O roteiro do ABCDE ajuda: assimetria, bordas irregulares, mais de uma cor, diâmetro acima de 6 mm e, principalmente, evolução — qualquer mudança ao longo do tempo. Vale também o sinal do patinho feio: entre as suas pintas, aquela que destoa de todas as outras merece avaliação.
Não é recomendado para lesões pigmentadas. O laser destrói a lesão sem deixar material para análise, o que impede confirmar se havia alteração. Um melanoma inicial pode ter aparência banal. A remoção correta é cirúrgica, com envio para histopatológico.
Geralmente entre 7 e 14 dias úteis, dependendo do laboratório de patologia. O resultado é discutido em consulta de retorno, na qual também se avalia a cicatrização e se define conduta complementar, quando necessária.
Não. Remover cirurgicamente uma lesão não transforma uma pinta benigna em câncer. Esse mito faz mais mal do que bem: ele atrasa a avaliação de lesões que mudaram de aspecto, e atraso é o que realmente piora o prognóstico.
Sim. É menos frequente, mas ocorre — e com frequência em áreas menos expostas ao sol, como palmas das mãos, plantas dos pés e unhas. Justamente por ser menos esperado, o diagnóstico costuma ser mais tardio.
Pode, embora a maioria das faixas pigmentadas seja benigna. Merecem avaliação: faixa única que aparece na vida adulta, que alarga ou escurece progressivamente, com bordas irregulares, ou que se estende para a pele ao redor da unha.
Sim. Quem já teve um câncer de pele tem risco aumentado de desenvolver outro, e o acompanhamento periódico passa a fazer parte da rotina, com intervalos definidos conforme o tipo de tumor e o seu perfil de risco.
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O conteúdo desta página tem finalidade informativa e educativa e não substitui a consulta médica. Indicação e resultados variam de pessoa para pessoa e não constituem promessa de resultado.
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