Médico Dermatologista – CRM-PR 57044 • RQE 35332 • Sociedade Brasileira de Dermatologia
O câncer de pele em Londrina segue o padrão do país: é o tipo de câncer mais frequente e também o que oferece a melhor chance de resolução quando identificado cedo. A diferença entre uma coisa e outra costuma ser uma consulta que não foi adiada.
No consultório do Dr. João Victor Bezerra, dermatologista em Londrina, a lesão que preocupa você é examinada com dermatoscopia e, quando indicado, biopsiada e removida cirurgicamente — com o mesmo médico conduzindo do diagnóstico ao resultado do laudo.
Formação médica especializada
Registro médico ativo
Especialista em Dermatologia
Sociedade Brasileira de Dermatologia
Uma pinta mudou de cor, tamanho ou formato? Apareceu uma lesão nova depois dos 40 anos? Existe uma ferida que sangra, forma crosta, parece cicatrizar e volta a abrir? Uma bolinha brilhante no nariz ou na orelha que cresce devagar há meses? Uma casquinha áspera no rosto ou no couro cabeludo que não sai?
Nenhum desses achados significa câncer por si só — mas todos são motivo para exame. A maior parte dessas lesões é benigna, e descobrir isso leva uma consulta. Quando não é, o diagnóstico precoce muda completamente o tamanho da cirurgia necessária e o prognóstico.
Traga todas as lesões que te incomodam, não só a que mais preocupa. É comum a lesão que o paciente veio mostrar ser inofensiva e outra, que ele nem tinha notado, ser a que merece atenção.
Não se trata de uma doença só. Os três tipos mais comuns têm comportamento, aparência e tratamento diferentes:
É o mais frequente. Cresce lentamente, tem baixo risco de disseminação, mas destrói localmente o tecido se não for tratado. Aparece tipicamente em áreas expostas ao sol — nariz, pálpebras, orelhas, face, colo — como uma lesão perolada, brilhante, com vasos finos na superfície, que sangra com facilidade e forma crostas de repetição.
Segundo mais comum, associado à exposição solar acumulada. Costuma se apresentar como lesão endurecida, áspera, avermelhada ou ulcerada, às vezes dolorosa. Tem potencial de disseminação maior que o basocelular, especialmente em lábio, orelha e em pacientes imunossuprimidos — o que torna o diagnóstico precoce ainda mais relevante.
Menos frequente, porém o mais agressivo. Pode surgir em uma pinta existente ou em pele previamente normal. Quando diagnosticado na fase inicial, o tratamento cirúrgico apresenta altas taxas de resolução; quando diagnosticado tarde, o cenário muda substancialmente. É o que justifica toda a atenção ao ABCDE.
São aquelas casquinhas ásperas em face, orelhas, couro cabeludo calvo e dorso das mãos, comuns em quem se expôs muito ao sol. Não são câncer, mas são lesões pré-cancerosas: uma parte delas pode evoluir para carcinoma espinocelular. Têm tratamento próprio, muitas vezes sem cirurgia.
É o roteiro clássico para observar as próprias pintas em casa. Não substitui a avaliação médica, mas ajuda a saber quando procurá-la:
Há ainda o sinal do patinho feio: entre todas as suas pintas, que costumam se parecer entre si, uma se destaca por ser diferente das demais. Essa merece avaliação, mesmo que não preencha nenhuma letra do ABCDE.
A avaliação é dirigida às lesões que preocupam você e àquelas identificadas durante o exame da região. Não é um rastreamento por imagem do corpo inteiro — é exame clínico com dermatoscopia, que é o que permite decidir a conduta de cada lesão.
É um exame feito com o dermatoscópio, um aparelho que amplia a lesão e revela estruturas invisíveis a olho nu — padrões de pigmento, vasos, formas que diferenciam o benigno do suspeito. É indolor, rápido e feito na própria consulta. Aumenta muito a precisão em relação à simples inspeção, e é o que evita tanto remoções desnecessárias quanto atrasos diagnósticos.
Confirmada a suspeita, a conduta segue etapas bem definidas — todas conduzidas pelo próprio médico:
Quando a dermatoscopia indica, é realizada biópsia — incisional, excisional ou por punch, conforme a lesão. O material é enviado para análise histopatológica, que define o diagnóstico, o tipo do tumor e as características que orientam o tratamento.
O tratamento padrão da maioria dos cânceres de pele é a exérese cirúrgica com margens de segurança, definidas conforme o tipo e a espessura do tumor. A maior parte é realizada em consultório, com anestesia local; casos maiores ou em localizações delicadas são conduzidos em ambiente hospitalar.
Todo material removido vai para análise, que confirma se as margens estão livres de tumor. Quando não estão, é indicada ampliação cirúrgica. É a etapa que técnicas destrutivas sem análise simplesmente não permitem.
Quem já teve um câncer de pele tem maior risco de desenvolver outro, e o acompanhamento periódico passa a fazer parte da rotina. Casos que exigem cirurgia micrográfica, avaliação oncológica ou tratamento complementar são encaminhados para serviço especializado, com acompanhamento conjunto.
Alguns perfis merecem avaliação periódica mesmo sem queixa. Se você se reconhece aqui, vale marcar uma consulta antes de ter um motivo:
Duas observações que costumam surpreender: pele morena e negra também desenvolve câncer de pele — com frequência em palmas, plantas e unhas, onde o diagnóstico costuma ser mais tardio. E o dano solar é cumulativo: o que aconteceu na juventude conta, o que reforça a importância da avaliação na vida adulta.
O autoexame é a peça que só depende de você — e é ele que costuma trazer o paciente ao consultório no momento certo. Não é preciso saber diagnosticar; basta perceber o que mudou.
Diagnóstico e tratamento de câncer de pele exigem exame especializado, técnica cirúrgica e interpretação de laudo. A condução segura depende de:
O dermatologista é o especialista médico em pele, com formação que abrange diagnóstico, clínica e cirurgia — as três etapas do cuidado com o câncer de pele.
O valor varia conforme o número de lesões avaliadas, a necessidade de biópsia ou cirurgia, o tipo e o tamanho do tumor, a localização anatômica, o local de realização e a análise patológica — informações que só existem depois da avaliação.
A consulta de avaliação tem valor próprio e é o ponto de partida. Nela você recebe o exame das lesões, a conduta indicada e os valores discriminados. Atendimento exclusivamente particular. Valores atualizados de consulta são informados pelo WhatsApp da clínica.
A avaliação com o Dr. João Victor Bezerra é o primeiro passo. Na consulta você pode esperar:
O agendamento é feito diretamente pelo WhatsApp da clínica, no Edifício Metropolitan, no centro de Londrina.
O câncer de pele apresenta altas taxas de resolução quando diagnosticado e tratado precocemente, especialmente os carcinomas basocelular e espinocelular. No melanoma, o prognóstico depende fortemente da espessura do tumor no momento do diagnóstico — quanto mais cedo, melhor. Cada caso é individual e avaliado clinicamente.
É o exame feito com um aparelho que amplia a lesão e revela estruturas invisíveis a olho nu: padrões de pigmento, vasos e formas que ajudam a diferenciar o benigno do suspeito. É indolor, rápido e feito na própria consulta.
O roteiro do ABCDE ajuda: assimetria, bordas irregulares, mais de uma cor, diâmetro acima de 6 mm e, principalmente, evolução — qualquer mudança ao longo do tempo. Vale também o sinal do patinho feio: entre as suas pintas, aquela que destoa de todas as outras merece avaliação.
Não é recomendado para lesões pigmentadas. O laser destrói a lesão sem deixar material para análise, o que impede confirmar se havia alteração. Um melanoma inicial pode ter aparência banal. A remoção correta é cirúrgica, com envio para histopatológico.
Geralmente entre 7 e 14 dias úteis, dependendo do laboratório de patologia. O resultado é discutido em consulta de retorno, na qual também se avalia a cicatrização e se define conduta complementar, quando necessária.
Não. Remover cirurgicamente uma lesão não transforma uma pinta benigna em câncer. Esse mito faz mais mal do que bem: ele atrasa a avaliação de lesões que mudaram de aspecto, e atraso é o que realmente piora o prognóstico.
Sim. É menos frequente, mas ocorre — e com frequência em áreas menos expostas ao sol, como palmas das mãos, plantas dos pés e unhas. Justamente por ser menos esperado, o diagnóstico costuma ser mais tardio.
Pode, embora a maioria das faixas pigmentadas seja benigna. Merecem avaliação: faixa única que aparece na vida adulta, que alarga ou escurece progressivamente, com bordas irregulares, ou que se estende para a pele ao redor da unha.
Sim. Quem já teve um câncer de pele tem risco aumentado de desenvolver outro, e o acompanhamento periódico passa a fazer parte da rotina, com intervalos definidos conforme o tipo de tumor e o seu perfil de risco.
Veja também: Cirurgia Dermatológica · Remoção de lesões, lipomas e cistos
O conteúdo desta página tem finalidade informativa e educativa e não substitui a consulta médica. Diagnóstico, tratamento e prognóstico variam conforme paciente, tipo de tumor e estágio, e não constituem promessa de resultado, em conformidade com a Resolução CFM 2.336/2023.
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