Médico Dermatologista · Cirurgia

Câncer de Pele em Londrina

Revisado pelo Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista, em 06/11/2026

Avaliação de lesões suspeitas com dermatoscopia, biópsia e tratamento cirúrgico, com análise histopatológica de toda lesão suspeita retirada.

5,0 no Google · 45 avaliações

CRM-PR 57.044 Conselho Regional de Medicina do Paraná
RQE 35.332 Médico Dermatologista
100% pelo médico Consultas e procedimentos
Membro titular SBD Sociedade Brasileira de Dermatologia

Em resumo

O câncer de pele em Londrina segue o padrão do país: é o tipo de câncer mais frequente e também o que oferece a melhor chance de resolução quando identificado cedo. A diferença entre uma coisa e outra costuma ser uma consulta que não foi adiada.

No consultório do Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista em Londrina, a lesão que preocupa você é examinada com dermatoscopia e, quando indicado, biopsiada e removida cirurgicamente — com o mesmo médico conduzindo do diagnóstico ao resultado do laudo.

Quando procurar o médico dermatologista?

  • Pinta que mudou de cor, tamanho ou formato, ou pinta nova depois dos 30 anos.
  • Ferida que sangra, forma crosta e volta a abrir.
  • Bolinha brilhante ou casquinha áspera no rosto que não sai.

Nenhum desses sinais significa câncer por si só, mas todos pedem exame.

Como é a consulta?

  1. Consulta e exameO médico examina a lesão, explica a indicação e como é o procedimento.
  2. Procedimento no consultórioCom anestesia local; quando indicado, pode ser no mesmo dia da consulta.
  3. RetornoQuando o material vai para análise: explica o laudo e fecha o diagnóstico. A cicatrização e a retirada dos pontos são vistas na mesma consulta.
  • Particularsem convênio
  • Cerca de 50 minde consulta, sem pressa
  • Nota fiscalem nome do paciente
  • Retornos sem custoaté fechar o diagnóstico
  • Até 10xnos procedimentos cirúrgicos
O que acontece na consulta
  • Levantamento do seu risco: fototipo, histórico pessoal e familiar, exposição solar
  • Exame das lesões que preocupam você, com dermatoscopia
  • Diagnóstico e definição entre acompanhar, biopsiar ou remover cada lesão
  • Explicação do procedimento, da cicatriz esperada e do prazo do laudo
  • Orientação de fotoproteção e de autoexame mensal
  • Proposta com valores discriminados, sem compromisso no mesmo dia
  • Consultas de acompanhamento, com intervalo definido pelo seu risco individual

Avaliações no Google

O que dizem os pacientes

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Pedro★★★★★
Dr. João é muito cuidadoso, tirei um cisto que me incomodava muito e foi tudo muito rápido e sem dores.
Cisto sebáceo →
Marcelo★★★★★
Minha primeira consulta, mãos de anjo, tirei 2 pintas que me incomodaram por muito tempo que nem senti dor.
Remoção de pintas →
Rochele N.★★★★★
Transmite muita segurança e confiança ao paciente. Realizei uma cantoplastia com o doutor, e o procedimento foi um sucesso!
Unha encravada →
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Essa lesão pode ser câncer de pele?

Câncer de pele não é uma doença só: os três tipos mais comuns têm aparência e comportamento diferentes. E a maioria das lesões que preocupam é benigna — descobrir isso leva uma consulta.

A ferida que não fecha: pequena, sangra e volta a formar crostaA ferida que não fecha Pequena, sangra e volta a formar crosta.
A mancha que descama: avermelhada, plana e persistenteA mancha que descama Avermelhada, plana e persistente.
Figura 1. Dois aspectos do carcinoma basocelular, o câncer de pele mais comum. Fotos: Kelly Nelson, National Cancer Institute (domínio público), via Wikimedia Commons.

Carcinoma basocelular

O mais frequente. Bolinha brilhante ou ferida que não fecha, em área de sol.

Carcinoma espinocelular

Lesão áspera, endurecida ou com ferida, ligada ao sol acumulado.

Melanoma

Menos comum e mais agressivo. Pinta que muda ou pinta nova diferente das outras.

Ler mais sobre os tipos

Carcinoma basocelular

Cresce devagar e quase não se espalha, mas destrói o tecido em volta se não for tratado. Aparece em nariz, pálpebras, orelhas, rosto e colo como lesão perolada, com vasinhos finos, que sangra fácil e forma crostas de repetição.

Carcinoma espinocelular

Lesão endurecida, áspera, avermelhada ou com ferida, às vezes dolorosa. Tem mais chance de se espalhar que o basocelular, sobretudo no lábio, na orelha e em quem usa imunossupressores.

Melanoma

Pode surgir numa pinta antiga ou em pele normal. Na fase inicial, a cirurgia costuma resolver; diagnosticado tarde, o cenário muda bastante.

Ceratose actínica: a lesão que vem antes

Casquinhas ásperas no rosto, nas orelhas, no couro cabeludo calvo e no dorso das mãos de quem tomou muito sol. Não são câncer, mas uma parte pode evoluir para carcinoma espinocelular — e têm tratamento próprio, muitas vezes sem cirurgia.

Como observar suas pintas em casa?

A regra do ABCDE ajuda a saber quando procurar o médico. Não substitui o exame, mas é ela que costuma trazer o paciente na hora certa.

  • A · Assimetria: uma metade diferente da outra.
  • B · Bordas: contorno irregular ou serrilhado.
  • C · Cor: mais de uma cor na mesma pinta.
  • D · Diâmetro: maior que 6 mm (há melanomas menores).
  • E · Evolução: qualquer mudança de tamanho, cor, formato ou relevo.
  • Patinho feio: a pinta que não se parece com as outras.
Pinta comum: redonda, borda nítida e cor uniformePinta comum Redonda, borda nítida e cor uniforme.
Sinal de alerta: assimétrica, borda irregular, mais de uma corSinal de alerta Assimétrica, borda irregular, mais de uma cor.
Figura 2. Pinta comum e pinta com sinais de alerta. Fotos: National Cancer Institute (domínio público), via Wikimedia Commons.
Ler mais: outros sinais de alerta
  • Ferida que não cicatriza em mais de quatro semanas
  • Lesão que sangra ao menor toque ou repetidamente
  • Nódulo brilhante, translúcido ou perolado, com vasos visíveis
  • Crosta que se forma, cai e volta sempre no mesmo lugar
  • Mancha ou lesão áspera que persiste em área exposta ao sol
  • Faixa escura numa unha, principalmente se estiver aumentando

Na consulta, traga todas as lesões que incomodam, não só a que mais preocupa: é comum a lesão que motivou a visita ser inofensiva e outra, que passou despercebida, merecer atenção.

Por que não esperar para tratar o câncer de pele?

Quanto mais cedo o diagnóstico, menor a cirurgia e menor a cicatriz.

O carcinoma cresce também por baixo da pele, onde não se vê (Figura 3). A cirurgia retira o tumor com uma margem de pele saudável em volta — e essa margem é menor quando a lesão é pequena.

Ilustração em corte da pele com pinos numerados: carcinoma basocelular com raízes na derme e a margem de segurança pontilhada

Por fora

  • 1 Nódulo a parte que aparece na pele

Por dentro

  • 2 Raízes do tumor o que avança pela derme e não se vê

Na cirurgia

  • 3 Margem a faixa de pele saudável retirada junto
Figura 3. O carcinoma tem uma parte que não aparece na superfície. A cirurgia retira o tumor com uma margem de pele saudável em volta, e o exame confirma se a margem ficou livre. Ilustração.

Como é o tratamento do câncer de pele?

Todas as etapas são feitas pelo próprio médico, e a maior parte no consultório, com anestesia local.

  1. DermatoscopiaExame da lesão com aumento, na consulta. Define se observa, biopsia ou retira.
  2. BiópsiaQuando há suspeita, um pedaço ou a lesão inteira vai para análise.
  3. CirurgiaRetirada com margem de segurança, definida pelo tipo e tamanho do tumor.
  4. Laudo e revisõesConfirma a margem livre e define o intervalo das consultas seguintes.
Ler mais sobre cada etapa

Dermatoscopia

O dermatoscópio amplia a lesão e mostra padrões de pigmento e vasos invisíveis a olho nu. É indolor, rápido e feito na própria consulta. Evita tanto remoções desnecessárias quanto atrasos no diagnóstico. A avaliação define, para cada lesão:

  • benigna, sem necessidade de intervenção;
  • benigna, que pode ser removida por incômodo ou estética;
  • a observar de novo em prazo definido;
  • suspeita, com indicação de biópsia ou retirada;
  • pré-cancerosa, com tratamento próprio.

Biópsia

Pode ser incisional, excisional ou por punch, conforme a lesão. A análise define o diagnóstico, o tipo do tumor e o que orienta o tratamento.

Cirurgia e margens

O tratamento padrão da maioria dos cânceres de pele é a retirada com margem de segurança. Casos maiores ou em locais delicados, o que é raro, são operados pelo próprio médico em ambiente hospitalar.

Laudo

O material vai para análise, que confirma se as margens ficaram livres. Quando não ficam, a cirurgia é ampliada — etapa que técnicas que destroem a lesão sem análise não permitem.

Acompanhamento

Quem já teve câncer de pele tem mais risco de ter outro, e as revisões passam a fazer parte da rotina. Casos que pedem cirurgia micrográfica ou avaliação oncológica são encaminhados a serviço especializado, com acompanhamento conjunto.

Como a lesão é avaliada na consulta

A avaliação é dirigida às lesões que preocupam você e àquelas identificadas durante o exame da região. Não é um rastreamento por imagem do corpo inteiro — é exame clínico com dermatoscopia, que é o que permite decidir a conduta de cada lesão.

Tenho mais risco de câncer de pele?

Se você se reconhece em algum item, vale marcar uma consulta antes de ter um motivo:

  • Pele e olhos claros, que queimam fácil e bronzeiam pouco
  • Queimaduras de sol na infância ou na adolescência
  • Trabalho ao ar livre ou muito sol ao longo dos anos
  • Muitas pintas, ou pintas de aspecto diferente
  • Melanoma no pai, na mãe ou em irmãos
  • Câncer de pele anterior, transplante ou uso de imunossupressor
Ler mais sobre risco e prevenção

Pele morena e negra também tem câncer de pele, com frequência em palmas, plantas e unhas, onde o diagnóstico costuma ser mais tardio. E o dano do sol é cumulativo: o que aconteceu na juventude conta na vida adulta. Câmaras de bronzeamento artificial, proibidas no Brasil, também aumentam o risco.

O que reduz o risco:

  • Protetor solar todo dia, reaplicado a cada duas ou três horas de exposição
  • Evitar o sol entre 10h e 16h
  • Chapéu de aba larga, camisa, óculos e sombra
  • Autoexame mensal, incluindo costas e couro cabeludo, com espelho ou ajuda
  • Consultas periódicas, com intervalo definido pelo seu risco
  • Tratar as ceratoses actínicas em vez de conviver com elas

Para o autoexame não é preciso saber diagnosticar: basta perceber o que mudou.

Quem tem mais risco

  • Histórico familiar de melanoma em parentes de primeiro grau
  • Uso de imunossupressores ou transplante de órgão

Prevenção: o que realmente reduz o risco

  • Evitar exposição solar entre 10h e 16h, quando a radiação é mais intensa
  • Atenção redobrada em quem trabalha ao ar livre, com proteção ao longo da jornada
Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista em Londrina — câncer de pele

Quem vai te atender?

Dr. João Victor Bezerra · CRM-PR 57.044 · RQE 35.332

Formado em Medicina pela UNOESTE, fez residência em Dermatologia no Hospital Regional de Presidente Prudente, pelo SUS-SP, e é Membro Titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Diagnóstico e tratamento de câncer de pele exigem exame especializado, técnica cirúrgica e interpretação de laudo. A condução segura depende de:

  • Domínio da dermatoscopia e dos critérios diagnósticos de lesões pigmentadas
  • Conhecimento das margens oncológicas adequadas para cada tipo de tumor
  • Técnica de fechamento apropriada para áreas nobres, como face e orelhas

Quanto custa tratar câncer de pele em Londrina?

O valor varia conforme o número de lesões avaliadas, a necessidade de biópsia ou cirurgia, o tipo e o tamanho do tumor, a localização anatômica, o local de realização e a análise patológica — informações que só existem depois da avaliação.

A consulta de avaliação tem valor próprio e é o ponto de partida. Nela você recebe o exame das lesões, a conduta indicada e os valores discriminados. Valores atualizados de consulta são informados pelo WhatsApp da clínica.

Atendimento exclusivamente particular, sem convênio. Aceitamos PIX, cartão de débito e cartão de crédito. Procedimentos cirúrgicos podem ser parcelados em até 10x no crédito, conforme o valor; a consulta não é parcelada. A nota fiscal é emitida em nome do paciente, para dedução no Imposto de Renda.

Perguntas frequentes sobre câncer de pele

Câncer de pele tem cura?+

O câncer de pele apresenta altas taxas de resolução quando diagnosticado e tratado precocemente, especialmente os carcinomas basocelular e espinocelular. No melanoma, o prognóstico depende fortemente da espessura do tumor no momento do diagnóstico — quanto mais cedo, melhor. Cada caso é individual e avaliado clinicamente.

O que é dermatoscopia?+

É o exame feito com um aparelho que amplia a lesão e revela estruturas invisíveis a olho nu: padrões de pigmento, vasos e formas que ajudam a diferenciar o benigno do suspeito. É indolor, rápido e feito na própria consulta.

Como sei se uma pinta é suspeita?+

O roteiro do ABCDE ajuda: assimetria, bordas irregulares, mais de uma cor, diâmetro acima de 6 mm e, principalmente, evolução — qualquer mudança ao longo do tempo. Vale também o sinal do patinho feio: entre as suas pintas, aquela que destoa de todas as outras merece avaliação.

Posso remover a pinta com laser?+

Não é recomendado para lesões pigmentadas. O laser destrói a lesão sem deixar material para análise, o que impede confirmar se havia alteração. Um melanoma inicial pode ter aparência banal. A remoção correta é cirúrgica, com envio para histopatológico.

Quanto tempo demora para sair o resultado da biópsia?+

Geralmente entre 7 e 14 dias úteis, dependendo do laboratório de patologia. O resultado é discutido em consulta de retorno, na qual também se avalia a cicatrização e se define conduta complementar, quando necessária.

É verdade que mexer numa pinta causa câncer?+

Não. Remover cirurgicamente uma lesão não transforma uma pinta benigna em câncer. Esse mito faz mais mal do que bem: ele atrasa a avaliação de lesões que mudaram de aspecto, e atraso é o que realmente piora o prognóstico.

Pessoas de pele negra podem ter câncer de pele?+

Sim. É menos frequente, mas ocorre — e com frequência em áreas menos expostas ao sol, como palmas das mãos, plantas dos pés e unhas. Justamente por ser menos esperado, o diagnóstico costuma ser mais tardio.

Uma faixa escura na unha pode ser câncer?+

Pode, embora a maioria das faixas pigmentadas seja benigna. Merecem avaliação: faixa única que aparece na vida adulta, que alarga ou escurece progressivamente, com bordas irregulares, ou que se estende para a pele ao redor da unha.

Já tive câncer de pele. Preciso continuar acompanhando?+

Sim. Quem já teve um câncer de pele tem risco aumentado de desenvolver outro, e o acompanhamento periódico passa a fazer parte da rotina, com intervalos definidos conforme o tipo de tumor e o seu perfil de risco.

Veja também

O conteúdo desta página tem finalidade informativa e educativa e não substitui a consulta médica. Indicação e resultados variam de pessoa para pessoa e não constituem promessa de resultado.

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