Médico Dermatologista – CRM-PR 57044 • RQE 35332 • Sociedade Brasileira de Dermatologia
O tratamento da rosácea em Londrina tem alvo definido: o rosto que fica vermelho e não desvermelha, o calor que sobe no meio de uma reunião ou de um jantar, os vasinhos que apareceram nas bochechas e no nariz e não somem mais, e as lesões inflamadas que voltam sempre nos mesmos lugares. Não é pele sensível, não é acne que voltou na vida adulta — é uma doença inflamatória crônica da face, com tratamento definido.
No consultório do Dr. João Victor Bezerra, dermatologista em Londrina, o tratamento combina controle da inflamação, redução da reatividade vascular e identificação dos gatilhos individuais — com plano adaptado ao subtipo e à gravidade de cada paciente.
Formação médica especializada
Registro médico ativo
Especialista em Dermatologia
Sociedade Brasileira de Dermatologia
Três mecanismos atuam ao mesmo tempo. O primeiro é vascular: os vasos da face respondem de forma exagerada a estímulos que, em outra pele, não causariam nada — calor, frio, álcool, emoção. Eles dilatam rápido e demoram a voltar. Com o tempo, alguns param de voltar, e é assim que o rubor passageiro vira vermelhidão fixa e depois vasinhos visíveis.
O segundo é inflamatório: a pele com rosácea tem uma resposta imune inata desregulada, que reage a estímulos banais como se fossem agressões. Daí as pápulas e pústulas — lesões elevadas e avermelhadas que muita gente confunde com espinha.
O terceiro é a barreira cutânea enfraquecida, que torna a pele intolerante a produtos que antes ela aceitava sem problema. É por isso que tantos pacientes chegam ao consultório com uma lista de cosméticos que “arderam” ou “pioraram tudo”.
Rosácea não é acne adulta. As lesões se parecem, mas a rosácea não produz cravos, tem vermelhidão de fundo entre as lesões e episódios de rubor. Isso importa porque esfoliantes, ácidos em concentração alta e sabonetes adstringentes — clássicos do tratamento de acne — pioram a rosácea.
Vermelhidão persistente no centro do rosto, episódios de rubor e telangiectasias — os vasinhos finos e visíveis. Pele que arde, repuxa ou formiga com facilidade. É a forma que mais incomoda esteticamente e a que menos responde a tratamento tópico isolado.
Pápulas e pústulas sobre a vermelhidão de fundo, em surtos. Costuma ser a forma que leva o paciente ao consultório, porque é a mais visível e a que mais se confunde com acne.
Menos comum e de instalação lenta, com espessamento e alteração do contorno — mais frequente no nariz e mais frequente em homens. Quanto mais cedo é abordado, melhor o resultado.
Frequentemente passa despercebida. Olhos que ardem, vermelhos, com sensação de areia, pálpebras inflamadas, sensibilidade à luz. Pode surgir antes das manifestações na pele. Quando há suspeita, a avaliação conjunta com oftalmologista faz parte do plano.
Veja o Dr. João Victor Bezerra explicar como se monta o tratamento da rosácea, do controle da inflamação à abordagem dos vasinhos.
O primeiro passo é confirmar o diagnóstico e identificar o subtipo predominante — porque tratar vermelhidão vascular como se fosse lesão inflamatória, ou o contrário, é a razão mais comum de tratamento que não funciona. A partir daí, o plano se monta em camadas.
Antes de introduzir qualquer ativo, é preciso que a pele volte a tolerar produtos. Isso significa simplificar a rotina, suspender o que agride e restaurar a barreira. Pular essa etapa é o motivo mais comum de abandono do tratamento nas primeiras semanas.
Não é acessório: a radiação ultravioleta é um dos gatilhos mais consistentes da rosácea, e a fotoproteção diária é parte estrutural do tratamento. A escolha do produto importa — filtros com veículo inadequado ardem numa pele reativa e acabam abandonados.
Existem medicações tópicas com ação anti-inflamatória e outras com ação sobre o componente vascular. A escolha, a concentração e a forma de introdução dependem do subtipo e da tolerância de cada paciente, e são definidas em consulta.
Em casos moderados a graves, ou quando o quadro não responde ao tópico, existem opções orais com ação anti-inflamatória. São medicações de prescrição, com indicação individualizada e acompanhamento médico.
As telangiectasias já instaladas não desaparecem com creme nem com comprimido — elas são estruturais. Existem procedimentos indicados para esse componente, avaliados caso a caso, depois que a inflamação está controlada.
É a dúvida mais frequente no consultório, e a fonte de muita restrição desnecessária.
A conduta é observar e identificar, não excluir por precaução.
Rosácea é uma condição crônica, com fases de melhora e piora, e o tratamento exige ajuste ao longo do tempo. O diagnóstico é clínico e depende de diferenciar, no exame, condições que se parecem.
O dermatologista é o especialista médico em pele, e o tratamento errado da rosácea não é apenas ineficaz — vários agravam o quadro.
O tratamento começa com uma consulta dermatológica, na qual são definidos o diagnóstico, o subtipo e o plano. O valor da consulta e das eventuais etapas seguintes é informado com transparência antes de qualquer procedimento, pelo WhatsApp ou na própria consulta. O atendimento é particular, sem convênio.
A avaliação com o Dr. João Victor Bezerra é o primeiro passo. Na consulta você pode esperar:
Leve a lista dos produtos que você usa no rosto, incluindo os que já causaram ardência.
Não. A rosácea é uma condição crônica, e é importante dizer isso com clareza em vez de prometer o contrário. O que existe é controle — e ele costuma ser bom. Com tratamento adequado e manutenção, a maioria dos pacientes reduz de forma importante a vermelhidão, a frequência dos surtos e o desconforto.
Não. As lesões inflamadas se parecem, mas a rosácea não produz cravos, tem vermelhidão de fundo e episódios de rubor. Vários tratamentos de acne pioram a rosácea.
Não. Não se transmite por contato, nem por uso compartilhado de toalhas ou cosméticos.
Pode. A escolha do produto é que importa — formulações sem álcool e sem fragrância, aplicadas sobre a pele já hidratada e protegida. Corretivos de base verde ajudam a neutralizar a vermelhidão no dia a dia.
A vermelhidão difusa melhora com tratamento clínico. Os vasinhos já formados, não — eles respondem a procedimentos específicos, indicados após o controle da inflamação.
As lesões inflamadas costumam responder em poucas semanas. A vermelhidão de fundo é mais lenta e melhora ao longo de meses. O ritmo varia conforme o subtipo e a adesão ao plano.
Só se, no seu caso, isso for gatilho. Muitos pacientes têm gatilhos bem específicos e conseguem manter o resto da rotina normalmente.
O tratamento é realizado pelo Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista, CRM-PR 57044, RQE 35332, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Veja também: Dermatologia Clínica · Acne · Dermatite atópica
O conteúdo desta página tem finalidade informativa e educativa e não substitui a consulta médica. A resposta ao tratamento varia conforme paciente, idade, gravidade e adesão, e não constitui promessa de resultado, em conformidade com a Resolução CFM 2.336/2023.
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