Médico Dermatologista · Cirurgia
HPV e outras lesões íntimas — diagnóstico e tratamento em consultório, com sigilo médico e sem julgamento.
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CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 · Atendimento particular no centro de Londrina

Em resumo
O tratamento de verrugas genitais em Londrina é feito em consultório, com sigilo médico. Poucas queixas fazem alguém adiar tanto a consulta: a maior parte das pessoas já pesquisou sozinha por semanas, já tentou algo por conta própria e chega com mais receio do julgamento do que da lesão em si. Nada disso é necessário aqui.
No consultório do Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista em Londrina, o atendimento é conduzido com sigilo médico, discrição e a mesma objetividade de qualquer outra consulta: examinar, diagnosticar, tratar e orientar sobre prevenção.
O tratamento sempre começa pela consulta. É nela que o médico confirma se a lesão é mesmo verruga pelo HPV, examina toda a região e define a técnica. Por isso não é possível marcar a cauterização direto, sem passar antes pela consulta. Quando o médico indica, algumas lesões já podem ser tratadas no mesmo dia, e o procedimento é cobrado à parte.
Quando vale marcar
O atendimento é feito com toda a discrição.
Como é a consulta
Avaliações no Google
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Dr. João é muito cuidadoso, tirei um cisto que me incomodava muito e foi tudo muito rápido e sem dores.Cisto sebáceo →
Minha primeira consulta, mãos de anjo, tirei 2 pintas que me incomodaram por muito tempo que nem senti dor.Remoção de pintas →
Transmite muita segurança e confiança ao paciente. Realizei uma cantoplastia com o doutor, e o procedimento foi um sucesso!Unha encravada →
Apareceram pequenas verrugas em couve-flor? Uma ferida que dói? Bolhas que queimam? Uma úlcera que não dói e não some? Bolinhas em fileira que sempre estiveram ali? São quadros completamente diferentes, com causas e tratamentos diferentes.
Verrugas genitais (condiloma acuminado) são lesões elevadas, geralmente indolores, causadas pelo HPV. Feridas e úlceras apontam para outras causas — herpes genital, sífilis, aftas genitais, entre outras — e cada uma exige investigação e tratamento próprios.
E existe um terceiro grupo que causa muita angústia sem ser doença: variações anatômicas normais, como as pápulas perláceas do pênis e as glândulas sebáceas visíveis, frequentemente confundidas com verrugas em buscas na internet. Diferenciar tudo isso é exame clínico, e leva minutos.
Por isso o tratamento nunca começa pela cauterização: começa pela consulta. Tratar como verruga uma lesão que é outra coisa atrasa o tratamento certo, e cauterizar sem diagnóstico pode destruir uma lesão que precisaria ser examinada.
O HPV (papilomavírus humano) é um vírus muito comum, com dezenas de tipos diferentes. Alguns causam verrugas visíveis; outros, chamados de alto risco, associam-se ao desenvolvimento de lesões pré-cancerosas em colo do útero, ânus, pênis e orofaringe. São grupos distintos, e ter verruga não significa ter o tipo oncogênico.
As verrugas aparecem como pápulas ou lesões vegetantes, isoladas ou agrupadas, com aspecto que lembra couve-flor. Podem surgir em genitália externa, região perianal, virilha e, com menos frequência, em outras áreas. Costumam ser indolores, mas podem coçar, sangrar ao atrito ou incomodar pela localização.
Uma das perguntas mais frequentes — e uma das mais difíceis. O intervalo entre o contato com o vírus e o aparecimento da verruga é muito variável: pode ser de semanas, meses ou bem mais. Além disso, o vírus pode permanecer sem manifestação por longos períodos. Por isso, o aparecimento de uma lesão não permite concluir quando ou com quem houve o contato.
Na maior parte dos casos, o diagnóstico é clínico, apoiado pela dermatoscopia. A biópsia é indicada em lesões atípicas, pigmentadas, muito extensas, que não respondem ao tratamento ou quando há dúvida diagnóstica — e nesses casos o material vai para análise histopatológica.
A presença de verrugas genitais é motivo para investigar outras infecções sexualmente transmissíveis, com exames orientados na consulta. Mulheres devem manter o rastreamento ginecológico em dia; em situações específicas, a avaliação anal também é indicada. Nada disso é obrigatório — é orientado, e a decisão é sua.
Existem várias opções, e a escolha depende do número de lesões, do tamanho, da localização e da sua preferência. Em muitos casos, combinam-se abordagens:
Um ponto importante e frequentemente mal explicado: nenhum tratamento disponível elimina o vírus do organismo. O que se trata é a lesão. O organismo, na maior parte das pessoas, controla a infecção com o tempo — e é por isso que o acompanhamento faz parte do tratamento.
Cerca de um terço dos casos apresenta novas lesões após o tratamento inicial. Isso não significa que o tratamento falhou nem que houve nova exposição ao vírus:
Com o tempo, na maioria das pessoas, o organismo controla a infecção e as lesões deixam de aparecer. Persistência no acompanhamento é o que mais encurta esse processo.
Sobre a conversa com a parceria: a existência de uma lesão não permite determinar quando o contato ocorreu. Isso costuma aliviar uma parte importante do peso que essa consulta carrega.
Ardência e sensibilidade local nos primeiros dias após cauterização são esperadas. Cicatrização com pequena mancha residual, que costuma clarear ao longo de semanas, também.

Lesões genitais exigem diagnóstico diferencial, tratamento adequado e acompanhamento. A condução segura depende de:
O dermatologista é o especialista médico em pele e mucosas, com formação que abrange clínica e cirurgia — inclusive das infecções de transmissão sexual com manifestação cutânea.
O valor varia conforme o número e o tamanho das lesões, a localização, a técnica indicada, a necessidade de análise histopatológica e o número de sessões e retornos — informações que só existem depois da avaliação.
A consulta de avaliação tem valor próprio e é obrigatória antes de qualquer tratamento. Nela você recebe o diagnóstico, a proposta de tratamento e os valores discriminados. Em parte dos casos, o tratamento já pode ser feito no mesmo dia; o valor do procedimento é somado ao da consulta. Valores atualizados de consulta são informados pelo WhatsApp da clínica.
Atendimento exclusivamente particular, sem convênio. Aceitamos PIX, cartão de débito e cartão de crédito. Procedimentos podem ser parcelados em até 10x no crédito, conforme o valor; a consulta não é parcelada. A nota fiscal é emitida em nome do paciente, para dedução no Imposto de Renda.

A avaliação com o Dr. João Victor Bezerra é o primeiro passo. Na consulta você pode esperar:
O agendamento é feito diretamente pelo WhatsApp da clínica, no Edifício Metropolitan, no centro de Londrina.
Sim. O sigilo médico é obrigação legal e ética, e vale para tudo o que é dito e examinado na consulta. Nenhuma informação é compartilhada com terceiros, parcerias ou familiares sem sua autorização expressa.
Não. O tratamento sempre começa pela consulta, porque é ela que confirma o diagnóstico — outras lesões podem parecer verruga — e define a técnica. Quando o médico indica, algumas lesões já podem ser tratadas no mesmo dia, com o procedimento cobrado à parte.
As lesões têm tratamento e podem ser eliminadas. O vírus, no entanto, não é erradicado por nenhum tratamento disponível — o que ocorre é o controle da infecção pelo próprio organismo ao longo do tempo, o que acontece na maioria das pessoas. Por isso o acompanhamento faz parte do tratamento.
Na prática, não. O intervalo entre o contato e o aparecimento da lesão é muito variável, e o vírus pode ficar longos períodos sem se manifestar. O surgimento de uma verruga hoje não indica um contato recente nem aponta uma pessoa específica.
Deve ser orientado a procurar avaliação, mesmo sem lesão visível. Não existe tratamento preventivo para quem não tem lesão, mas o exame permite identificar lesões pequenas e orientar sobre vacinação e rastreamento.
O procedimento é feito com anestesia local, e o desconforto durante a aplicação da anestesia é o principal incômodo. Nos dias seguintes é comum haver ardência e sensibilidade local, controladas com a medicação orientada.
Não é recomendado. Produtos para verrugas comuns de mãos e pés são inadequados para a região genital e causam queimaduras químicas e feridas. Além disso, automedicar impede o diagnóstico correto — nem toda lesão genital é verruga.
Não necessariamente. A recidiva nos primeiros meses é comum e costuma vir da infecção que já existia na pele ao redor, não de uma nova exposição. As novas lesões geralmente são menores e mais simples de tratar.
Em muitos casos sim, porque a vacina protege contra tipos de HPV aos quais você pode ainda não ter sido exposto, incluindo os associados a lesões pré-cancerosas. A indicação é individual e discutida na consulta.
Sim. Feridas e úlceras genitais têm causas diversas — herpes genital, sífilis, aftas genitais, entre outras — e cada uma exige investigação própria. A avaliação define o diagnóstico e o tratamento adequado.
O tratamento é realizado pelo Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista, no consultório do Edifício Metropolitan, no centro de Londrina, com anestesia local. Atendimento exclusivamente particular, com sigilo médico.
Veja também
O conteúdo desta página tem finalidade informativa e educativa e não substitui a consulta médica. Indicação e resultados variam de pessoa para pessoa e não constituem promessa de resultado.
Revisão médica: conteúdo escrito e revisado pelo Dr. João Victor Bezerra · CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 — Médico Dermatologista. Última atualização: outubro de 2026.
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