Médico Dermatologista · Cirurgia

Verrugas Genitais em Londrina

HPV e outras lesões íntimas — diagnóstico e tratamento em consultório, com sigilo médico e sem julgamento.

5,0 no Google · 43 avaliações

CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 · Atendimento particular no centro de Londrina

Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista em Londrina
CRM-PR 57.044 Conselho Regional de Medicina do Paraná
RQE 35.332 Médico Dermatologista
100% pelo médico Consultas e procedimentos
Membro titular SBD Sociedade Brasileira de Dermatologia

Em resumo

O tratamento de verrugas genitais em Londrina é feito em consultório, com sigilo médico. Poucas queixas fazem alguém adiar tanto a consulta: a maior parte das pessoas já pesquisou sozinha por semanas, já tentou algo por conta própria e chega com mais receio do julgamento do que da lesão em si. Nada disso é necessário aqui.

No consultório do Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista em Londrina, o atendimento é conduzido com sigilo médico, discrição e a mesma objetividade de qualquer outra consulta: examinar, diagnosticar, tratar e orientar sobre prevenção.

O tratamento sempre começa pela consulta. É nela que o médico confirma se a lesão é mesmo verruga pelo HPV, examina toda a região e define a técnica. Por isso não é possível marcar a cauterização direto, sem passar antes pela consulta. Quando o médico indica, algumas lesões já podem ser tratadas no mesmo dia, e o procedimento é cobrado à parte.

Quando vale marcar

  • Verrugas ou bolinhas na região genital.
  • Lesões que aumentam de número ou voltam depois do tratamento.
  • Parceiro ou parceira com diagnóstico de HPV.

O atendimento é feito com toda a discrição.

Como é a consulta

  • Cerca de 50 minutos com o médico, sem pressa
  • Procedimento no mesmo dia quando indicado
  • Particular, sem convênio procedimentos em até 10x, conforme o valor
  • Nota fiscal em seu nome, para dedução no IR

Avaliações no Google

O que dizem os pacientes

5,0 no Google · 43 avaliações

Pedro★★★★★
Dr. João é muito cuidadoso, tirei um cisto que me incomodava muito e foi tudo muito rápido e sem dores.
Cisto sebáceo →
Marcelo★★★★★
Minha primeira consulta, mãos de anjo, tirei 2 pintas que me incomodaram por muito tempo que nem senti dor.
Remoção de pintas →
Rochele N.★★★★★
Transmite muita segurança e confiança ao paciente. Realizei uma cantoplastia com o doutor, e o procedimento foi um sucesso!
Unha encravada →
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Nem toda lesão genital é a mesma coisa

Apareceram pequenas verrugas em couve-flor? Uma ferida que dói? Bolhas que queimam? Uma úlcera que não dói e não some? Bolinhas em fileira que sempre estiveram ali? São quadros completamente diferentes, com causas e tratamentos diferentes.

Verrugas genitais (condiloma acuminado) são lesões elevadas, geralmente indolores, causadas pelo HPV. Feridas e úlceras apontam para outras causas — herpes genital, sífilis, aftas genitais, entre outras — e cada uma exige investigação e tratamento próprios.

E existe um terceiro grupo que causa muita angústia sem ser doença: variações anatômicas normais, como as pápulas perláceas do pênis e as glândulas sebáceas visíveis, frequentemente confundidas com verrugas em buscas na internet. Diferenciar tudo isso é exame clínico, e leva minutos.

Por isso o tratamento nunca começa pela cauterização: começa pela consulta. Tratar como verruga uma lesão que é outra coisa atrasa o tratamento certo, e cauterizar sem diagnóstico pode destruir uma lesão que precisaria ser examinada.

O que é o HPV e o que ele causa

O HPV (papilomavírus humano) é um vírus muito comum, com dezenas de tipos diferentes. Alguns causam verrugas visíveis; outros, chamados de alto risco, associam-se ao desenvolvimento de lesões pré-cancerosas em colo do útero, ânus, pênis e orofaringe. São grupos distintos, e ter verruga não significa ter o tipo oncogênico.

Como se manifesta

As verrugas aparecem como pápulas ou lesões vegetantes, isoladas ou agrupadas, com aspecto que lembra couve-flor. Podem surgir em genitália externa, região perianal, virilha e, com menos frequência, em outras áreas. Costumam ser indolores, mas podem coçar, sangrar ao atrito ou incomodar pela localização.

O tempo entre o contato e a lesão

Uma das perguntas mais frequentes — e uma das mais difíceis. O intervalo entre o contato com o vírus e o aparecimento da verruga é muito variável: pode ser de semanas, meses ou bem mais. Além disso, o vírus pode permanecer sem manifestação por longos períodos. Por isso, o aparecimento de uma lesão não permite concluir quando ou com quem houve o contato.

Diagnóstico

Na maior parte dos casos, o diagnóstico é clínico, apoiado pela dermatoscopia. A biópsia é indicada em lesões atípicas, pigmentadas, muito extensas, que não respondem ao tratamento ou quando há dúvida diagnóstica — e nesses casos o material vai para análise histopatológica.

Rastreamento e outras ISTs

A presença de verrugas genitais é motivo para investigar outras infecções sexualmente transmissíveis, com exames orientados na consulta. Mulheres devem manter o rastreamento ginecológico em dia; em situações específicas, a avaliação anal também é indicada. Nada disso é obrigatório — é orientado, e a decisão é sua.

Como é feito o tratamento

Existem várias opções, e a escolha depende do número de lesões, do tamanho, da localização e da sua preferência. Em muitos casos, combinam-se abordagens:

Tratamentos realizados em consultório

  • Eletrocauterização — destruição da lesão com anestesia local, resolutiva em uma sessão na maioria dos casos
  • Exérese cirúrgica — indicada em lesões maiores ou quando há necessidade de análise histopatológica
  • Crioterapia — congelamento das lesões, geralmente em sessões repetidas
  • Aplicação de agentes químicos específicos, em lesões selecionadas

Tratamentos de uso domiciliar

  • Medicações tópicas de aplicação em casa, com esquema e duração prescritos
  • Indicados em lesões múltiplas, pequenas ou como complemento ao tratamento em consultório
  • Exigem acompanhamento: têm efeitos locais esperados e regras de aplicação que precisam ser seguidas

Um ponto importante e frequentemente mal explicado: nenhum tratamento disponível elimina o vírus do organismo. O que se trata é a lesão. O organismo, na maior parte das pessoas, controla a infecção com o tempo — e é por isso que o acompanhamento faz parte do tratamento.

Recidiva: por que as lesões podem voltar

Cerca de um terço dos casos apresenta novas lesões após o tratamento inicial. Isso não significa que o tratamento falhou nem que houve nova exposição ao vírus:

  • O vírus pode permanecer na pele ao redor, em áreas sem lesão visível
  • Novas lesões podem surgir a partir dessa infecção já existente
  • O período de maior recorrência costuma ser nos primeiros meses após o tratamento
  • Imunidade, tabagismo e outras condições de saúde influenciam a resposta
  • Lesões novas costumam ser menores e mais fáceis de tratar do que as iniciais
  • O acompanhamento periódico permite tratar cedo, com menos desconforto

Com o tempo, na maioria das pessoas, o organismo controla a infecção e as lesões deixam de aparecer. Persistência no acompanhamento é o que mais encurta esse processo.

Prevenção: vacina, parcerias e o que realmente ajuda

  • A vacinação contra o HPV é a medida preventiva mais eficaz disponível
  • Está disponível na rede pública para as faixas etárias previstas no calendário nacional, e na rede privada em outras situações
  • Vacinar-se após já ter tido lesões ainda vale a pena: protege contra outros tipos do vírus
  • O preservativo reduz o risco de transmissão, mas não elimina — o vírus pode estar em áreas não cobertas
  • Parcerias sexuais devem ser orientadas a procurar avaliação, mesmo sem lesão visível
  • Não fume: o tabagismo está associado a maior persistência da infecção
  • Mantenha o rastreamento ginecológico em dia; em situações específicas, também o anal
  • Evite tratar lesões genitais com produtos de farmácia por conta própria

Sobre a conversa com a parceria: a existência de uma lesão não permite determinar quando o contato ocorreu. Isso costuma aliviar uma parte importante do peso que essa consulta carrega.

Cuidados após o tratamento

  • Manter a área limpa e seca, com higiene suave e sem produtos irritantes
  • Seguir o curativo e a medicação tópica exatamente como orientado
  • Suspender relações sexuais pelo período indicado, até a cicatrização
  • Evitar piscina, mar, banheira e sauna até liberação
  • Usar roupa íntima de algodão e evitar peças muito justas nos primeiros dias
  • Não manipular crostas nem tentar remover resíduos de lesão
  • Comparecer aos retornos, mesmo que não haja lesão visível
  • Comunicar dor intensa, sangramento persistente, secreção com odor ou febre

Ardência e sensibilidade local nos primeiros dias após cauterização são esperadas. Cicatrização com pequena mancha residual, que costuma clarear ao longo de semanas, também.

Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista em Londrina

Por que escolher um dermatologista?

Lesões genitais exigem diagnóstico diferencial, tratamento adequado e acompanhamento. A condução segura depende de:

  • Diferenciação entre verruga, herpes, sífilis, aftas genitais e variações anatômicas normais
  • Uso de dermatoscopia e indicação precisa de biópsia quando necessária
  • Domínio das técnicas destrutivas e cirúrgicas em pele e mucosa
  • Prescrição e acompanhamento dos tratamentos tópicos domiciliares
  • Orientação sobre rastreamento de outras infecções e vacinação
  • Sigilo médico e um atendimento que não constrange o paciente

O dermatologista é o especialista médico em pele e mucosas, com formação que abrange clínica e cirurgia — inclusive das infecções de transmissão sexual com manifestação cutânea.

Quanto custa tratar verrugas genitais em Londrina?

O valor varia conforme o número e o tamanho das lesões, a localização, a técnica indicada, a necessidade de análise histopatológica e o número de sessões e retornos — informações que só existem depois da avaliação.

A consulta de avaliação tem valor próprio e é obrigatória antes de qualquer tratamento. Nela você recebe o diagnóstico, a proposta de tratamento e os valores discriminados. Em parte dos casos, o tratamento já pode ser feito no mesmo dia; o valor do procedimento é somado ao da consulta. Valores atualizados de consulta são informados pelo WhatsApp da clínica.

Atendimento exclusivamente particular, sem convênio. Aceitamos PIX, cartão de débito e cartão de crédito. Procedimentos podem ser parcelados em até 10x no crédito, conforme o valor; a consulta não é parcelada. A nota fiscal é emitida em nome do paciente, para dedução no Imposto de Renda.

Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista em Londrina, no consultório

Como agendar sua consulta?

A avaliação com o Dr. João Victor Bezerra é o primeiro passo. Na consulta você pode esperar:

  • Atendimento com sigilo médico, discrição e sem julgamento
  • Exame da área com dermatoscopia e diagnóstico diferencial
  • Explicação clara do que é aquela lesão e do que ela significa
  • Opções de tratamento, com prós e contras de cada uma
  • Orientação sobre rastreamento de outras infecções e sobre vacinação
  • Proposta com valores discriminados, sem compromisso no mesmo dia
  • Retornos programados de acompanhamento

O agendamento é feito diretamente pelo WhatsApp da clínica, no Edifício Metropolitan, no centro de Londrina.

Agendar consulta

Perguntas frequentes sobre verrugas genitais e HPV

O atendimento é sigiloso?+

Sim. O sigilo médico é obrigação legal e ética, e vale para tudo o que é dito e examinado na consulta. Nenhuma informação é compartilhada com terceiros, parcerias ou familiares sem sua autorização expressa.

Posso agendar direto a cauterização, sem consulta?+

Não. O tratamento sempre começa pela consulta, porque é ela que confirma o diagnóstico — outras lesões podem parecer verruga — e define a técnica. Quando o médico indica, algumas lesões já podem ser tratadas no mesmo dia, com o procedimento cobrado à parte.

Verruga genital tem cura?+

As lesões têm tratamento e podem ser eliminadas. O vírus, no entanto, não é erradicado por nenhum tratamento disponível — o que ocorre é o controle da infecção pelo próprio organismo ao longo do tempo, o que acontece na maioria das pessoas. Por isso o acompanhamento faz parte do tratamento.

Dá para saber quando eu peguei o HPV?+

Na prática, não. O intervalo entre o contato e o aparecimento da lesão é muito variável, e o vírus pode ficar longos períodos sem se manifestar. O surgimento de uma verruga hoje não indica um contato recente nem aponta uma pessoa específica.

Meu parceiro ou parceira precisa se tratar?+

Deve ser orientado a procurar avaliação, mesmo sem lesão visível. Não existe tratamento preventivo para quem não tem lesão, mas o exame permite identificar lesões pequenas e orientar sobre vacinação e rastreamento.

A cauterização dói?+

O procedimento é feito com anestesia local, e o desconforto durante a aplicação da anestesia é o principal incômodo. Nos dias seguintes é comum haver ardência e sensibilidade local, controladas com a medicação orientada.

Posso tratar com produtos de farmácia?+

Não é recomendado. Produtos para verrugas comuns de mãos e pés são inadequados para a região genital e causam queimaduras químicas e feridas. Além disso, automedicar impede o diagnóstico correto — nem toda lesão genital é verruga.

As verrugas voltaram. Peguei de novo?+

Não necessariamente. A recidiva nos primeiros meses é comum e costuma vir da infecção que já existia na pele ao redor, não de uma nova exposição. As novas lesões geralmente são menores e mais simples de tratar.

Vale a pena tomar a vacina se eu já tive verrugas?+

Em muitos casos sim, porque a vacina protege contra tipos de HPV aos quais você pode ainda não ter sido exposto, incluindo os associados a lesões pré-cancerosas. A indicação é individual e discutida na consulta.

Tenho uma ferida na região genital, não é verruga. Vocês avaliam?+

Sim. Feridas e úlceras genitais têm causas diversas — herpes genital, sífilis, aftas genitais, entre outras — e cada uma exige investigação própria. A avaliação define o diagnóstico e o tratamento adequado.

Onde tratar verrugas genitais em Londrina?+

O tratamento é realizado pelo Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista, no consultório do Edifício Metropolitan, no centro de Londrina, com anestesia local. Atendimento exclusivamente particular, com sigilo médico.

Veja também

O conteúdo desta página tem finalidade informativa e educativa e não substitui a consulta médica. Indicação e resultados variam de pessoa para pessoa e não constituem promessa de resultado.

Revisão médica: conteúdo escrito e revisado pelo Dr. João Victor Bezerra · CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 — Médico Dermatologista. Última atualização: outubro de 2026.

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