Médico Dermatologista · Clínica
Onicomicose, frieira, pano branco e candidíase — diagnóstico confirmado antes do tratamento, porque nem toda unha alterada é micose.
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CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 · Atendimento particular no centro de Londrina

Em resumo
O tratamento de micose de unha em Londrina começa por uma pergunta que costuma ser pulada: é mesmo micose? A unha que ficou amarelada e grossa, a frieira que volta todo verão, as manchas claras nas costas depois do sol, a placa avermelhada e descamativa na virilha — são quadros comuns, tratáveis, e frequentemente tratados de forma errada por meses.
No consultório do Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista em Londrina, o tratamento começa por confirmar que é mesmo micose, identificar qual e definir entre tratamento tópico e oral — o que evita tanto o tratamento desnecessário quanto o insuficiente.
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Esta é a informação mais útil desta página. Uma parcela expressiva das unhas amareladas, grossas ou descolando que chegam ao consultório não tem fungo nenhum. Psoríase ungueal, líquen plano, trauma repetido pelo calçado, alterações vasculares e outras condições produzem quadros muito parecidos.
A diferença é prática: o tratamento da onicomicose com medicação oral dura meses, exige exames de controle e tem interações medicamentosas. Iniciar esse tratamento sem confirmação é expor o paciente a risco sem benefício — e atrasar o diagnóstico correto pelo mesmo tempo.
Por isso, diante de alteração ungueal, a conduta é examinar com dermatoscopia e, quando indicado, coletar material para exame micológico antes de prescrever.
Micose das unhas, mais frequente nos pés. Causa espessamento, mudança de cor, descolamento da lâmina e fragilidade. Costuma começar pela borda livre e avançar em direção à base. Evolui lentamente e raramente melhora sozinha.
Descamação e fissuras entre os dedos dos pés, com coceira e ardência, ou descamação difusa nas plantas, com aspecto de pele seca persistente. É frequentemente a porta de entrada para a onicomicose — tratar apenas a unha e deixar o pé costuma resultar em recidiva.
Placas avermelhadas, com borda mais ativa e descamativa, na virilha, no tronco ou nos membros. Coçam e crescem de forma centrífuga. O uso de cremes com corticoide, comum na automedicação, muda a aparência da lesão e dificulta o diagnóstico — quadro conhecido como tinea incógnita.
Manchas claras, acastanhadas ou rosadas, com fina descamação, principalmente em tronco, ombros e pescoço. Ficam mais evidentes depois da exposição solar, porque a área afetada não bronzeia. Recidiva é comum, e o esquema de manutenção faz parte do tratamento.
Acomete dobras úmidas — inframamária, axilar, inguinal, entre os dedos, cantos da boca — com vermelhidão intensa, maceração e lesões satélites. Costuma estar associada a umidade, atrito, diabetes ou uso recente de antibióticos.
Diagnóstico e acompanhamento são conduzidos pelo próprio médico dermatologista, com retornos programados ao longo do tratamento.
O exame clínico já orienta bastante, mas em unhas a confirmação laboratorial muda a conduta:
Um detalhe prático que costuma atrapalhar: é necessário suspender antifúngicos por um período antes da coleta, ou o exame pode dar negativo mesmo havendo infecção. Se você já está usando algum produto, informe na consulta.
Esses achados exigem avaliação para afastar outras causas, incluindo lesões que nada têm a ver com fungos.
A maioria responde a antifúngicos tópicos, aplicados por tempo adequado — geralmente além do desaparecimento das lesões, o que é a causa mais comum de recidiva. Casos extensos, recorrentes ou em áreas de difícil tratamento podem exigir medicação oral.
Sempre exige tratamento oral: medicações tópicas não alcançam o fungo dentro do fio. É mais comum em crianças, pode causar falhas no cabelo e, se não tratada corretamente, deixar áreas de alopecia definitiva.
É o tratamento mais longo da dermatologia cotidiana. Pode envolver esmaltes e soluções de uso tópico, indicados em acometimento limitado, e medicação oral nos casos mais extensos ou com envolvimento da matriz. A duração acompanha o crescimento da unha — meses nas mãos, mais tempo nos pés. Medicações orais exigem avaliação de exames e revisão de interações medicamentosas.
A unha doente não se recupera: ela precisa crescer saudável a partir da base e substituir a parte danificada. Por isso, mesmo com o tratamento funcionando, a aparência demora a mudar. Avaliar o resultado antes do tempo é o que mais leva ao abandono precoce.
Sobre recidiva: ela é comum, especialmente na onicomicose e na pitiríase versicolor. Não significa necessariamente falha do tratamento — significa reexposição ou predisposição. Nesses casos, esquemas de manutenção são parte do plano.

Micose parece simples, e é justamente por isso que costuma ser mal tratada. A condução adequada depende de:
O dermatologista é o especialista médico em pele, cabelos e unhas, com formação em clínica e cirurgia — inclusive das doenças ungueais.
O valor varia conforme o tipo e a extensão da micose, a necessidade de exame micológico, o tratamento indicado e o número de retornos — informações que só existem depois da avaliação.
A consulta de avaliação tem valor próprio e é o ponto de partida. Nela você recebe o diagnóstico, a conduta e os valores discriminados. Tratamentos de unha são longos e envolvem acompanhamento ao longo de meses, o que é considerado no planejamento. Valores atualizados de consulta são informados pelo WhatsApp da clínica.
Atendimento exclusivamente particular, sem convênio. Aceitamos PIX, cartão de débito e cartão de crédito. Procedimentos podem ser parcelados em até 10x no crédito, conforme o valor; a consulta não é parcelada. A nota fiscal é emitida em nome do paciente, para dedução no Imposto de Renda.

A avaliação com o Dr. João Victor Bezerra é o primeiro passo. Na consulta você pode esperar:
Se você já está usando algum antifúngico, informe na consulta — pode ser necessário suspendê-lo antes da coleta. O agendamento é feito diretamente pelo WhatsApp da clínica, no Edifício Metropolitan, no centro de Londrina.
Pode ser, mas não necessariamente. Psoríase ungueal, líquen plano, trauma pelo calçado e outras condições causam alterações muito parecidas. Como o tratamento da onicomicose é longo e exige exames, a confirmação diagnóstica antes de prescrever faz diferença real.
Meses. A duração acompanha o crescimento da unha, que é lento — mais ainda nos pés. Mesmo com o tratamento funcionando, a parte já danificada não se recupera: ela precisa ser substituída por unha nova e saudável.
Resolve em casos selecionados, com acometimento limitado e sem envolvimento da base da unha. Quando a infecção é extensa ou atinge a matriz, o tratamento tópico isolado costuma ser insuficiente e o oral é indicado.
Algumas sim. Dermatófitos são transmitidos por contato direto, por objetos compartilhados — toalhas, alicates, calçados — e por superfícies úmidas de uso coletivo. Já a pitiríase versicolor é causada por um fungo da própria pele e não é transmitida dessa forma.
Recidiva é comum, sobretudo na onicomicose e na pitiríase versicolor. As causas mais frequentes são interrupção antes do tempo, não tratar o reservatório — a pele dos pés, os calçados — e a predisposição individual. Nesses casos, esquemas de manutenção entram no plano.
O fungo causador faz parte da flora normal da pele, e algumas pessoas têm predisposição a que ele prolifere. O tratamento elimina o quadro, e a manutenção periódica reduz muito a recorrência. As manchas claras podem demorar semanas a meses para voltar à cor normal, mesmo após o fungo ser eliminado.
Não sem orientação. Corticoide reduz a vermelhidão e a coceira, dando impressão de melhora, mas favorece a proliferação do fungo e altera a aparência da lesão, dificultando o diagnóstico. É um dos motivos mais comuns de micose arrastada por meses.
Os antifúngicos orais são geralmente bem tolerados, mas exigem avaliação prévia, exames de controle e revisão das medicações em uso, por causa das interações. Essa é uma das razões para confirmar o diagnóstico antes de iniciar um tratamento prolongado.
Depende do tratamento indicado. Com esmaltes terapêuticos, há regras específicas sobre esmaltes cosméticos. Em tratamento oral, costuma haver mais flexibilidade, mas a orientação é individual — e vale lembrar que o esmalte esconde a evolução, que precisa ser acompanhada.
O tratamento é realizado pelo Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista, no consultório do Edifício Metropolitan, no centro de Londrina, com diagnóstico confirmado antes da prescrição. Atendimento exclusivamente particular.
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O conteúdo desta página tem finalidade informativa e educativa e não substitui a consulta médica. Indicação e resultados variam de pessoa para pessoa e não constituem promessa de resultado.
Revisão médica: conteúdo escrito e revisado pelo Dr. João Victor Bezerra · CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 — Médico Dermatologista. Última atualização: setembro de 2026.
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