Médico Dermatologista · Clínica
Do tratamento tópico aos imunobiológicos — controle da doença, avaliação das comorbidades e acompanhamento contínuo com médico dermatologista.
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CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 · Atendimento particular no centro de Londrina
Em resumo
O tratamento de psoríase em Londrina mudou bastante nos últimos anos. Psoríase não é ressecamento, não é falta de higiene e não é contagiosa: é uma doença inflamatória crônica, de origem imunológica, que se manifesta na pele mas não se limita a ela.
No consultório do Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista em Londrina, o tratamento é definido pela forma clínica, pela extensão, pelo impacto na sua vida e pelas condições associadas — incluindo o comprometimento articular, que precisa ser investigado em toda consulta.
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Você já ouviu que psoríase “não tem cura, então é conviver”? A primeira parte é verdadeira; a segunda, não. Não ter cura é diferente de não ter controle — e o padrão de tratamento mudou tanto nos últimos anos que muita gente convive com placas há uma década sem saber o que existe hoje.
Placas avermelhadas com descamação prateada em cotovelos, joelhos e couro cabeludo. Coceira que atrapalha o sono. Unhas com pontinhos, descolamento ou espessamento. Períodos de melhora e de piora sem motivo claro. E, com frequência, o constrangimento de expor a pele.
Há ainda um motivo clínico para não postergar: a psoríase é uma doença inflamatória sistêmica, associada a comprometimento articular e a maior risco cardiovascular e metabólico. Tratar não é só uma questão de aparência.
É a forma mais comum. Placas bem delimitadas, avermelhadas, com escamas esbranquiçadas, tipicamente em cotovelos, joelhos, região lombar e couro cabeludo. Podem coçar, arder ou fissurar.
Frequente e muitas vezes confundida com caspa. Diferencia-se pela escama mais espessa e aderente, pelas placas que ultrapassam a linha de implantação do cabelo e pela resistência aos xampus comuns.
Acomete unhas com depressões puntiformes, manchas amareladas, descolamento e espessamento. É frequentemente confundida com micose — e o diagnóstico correto importa, porque o tratamento é completamente diferente. Também é um marcador de maior risco de comprometimento articular.
Surge como lesões pequenas espalhadas, em gota, muitas vezes após uma infecção de garganta, sobretudo em crianças e adultos jovens. Pode ser o primeiro episódio da doença.
A forma invertida atinge dobras — axilas, virilhas, região inframamária — com placas avermelhadas e pouca escama. A palmoplantar compromete mãos e pés, com fissuras dolorosas e alto impacto funcional. Formas pustulosas e eritrodérmicas são menos frequentes, mais graves e exigem conduta imediata.
Uma parcela relevante dos pacientes com psoríase desenvolve comprometimento articular. O ponto crítico é que o dano articular pode ser irreversível quando o diagnóstico demora — por isso a investigação é rotina, e não exceção:
Diante desses sinais, a avaliação é ampliada e o acompanhamento passa a ser conjunto com a reumatologia. Algumas medicações tratam pele e articulação ao mesmo tempo, o que muda a escolha terapêutica.
A escolha depende da extensão, da forma clínica, das áreas acometidas, do impacto na qualidade de vida e das condições associadas. Áreas de alto impacto — rosto, mãos, genitália, couro cabeludo — pesam na decisão mesmo quando a extensão é pequena:
Base para quadros localizados e complemento nos demais. Inclui corticoides tópicos, análogos da vitamina D, associações e produtos queratolíticos, com formulações específicas para couro cabeludo, dobras e áreas sensíveis. A escolha do veículo importa tanto quanto a do princípio ativo.
Exposição controlada a comprimentos de onda específicos de luz ultravioleta, em sessões regulares. É feita em serviço especializado, por encaminhamento, e o acompanhamento continua no consultório. É uma opção consolidada para quadros extensos, com bom perfil de segurança, e não se confunde com exposição solar ou câmara de bronzeamento.
Medicações orais ou injetáveis indicadas em quadros moderados a graves ou resistentes. Exigem exames laboratoriais antes e durante o tratamento, atenção a interações medicamentosas e contraindicações específicas, incluindo planejamento reprodutivo.
Representam a maior mudança no tratamento da psoríase. Agem de forma dirigida a alvos específicos da inflamação, com resposta expressiva em boa parte dos pacientes com doença moderada a grave. Exigem triagem prévia — incluindo rastreio de tuberculose e hepatites —, vacinação em dia e acompanhamento regular. O acesso pode se dar por protocolo no sistema público ou por plano de saúde, e a documentação necessária é preparada na consulta.
Identificar o que desencadeia as crises é parte do tratamento:

Psoríase é uma doença crônica sistêmica, e o tratamento envolve prescrição, monitoramento e ajuste ao longo do tempo. A condução adequada depende de:
O dermatologista é o especialista médico em pele, com formação para conduzir doenças crônicas imunomediadas e articular o cuidado com outras especialidades quando necessário.
O valor varia conforme a forma clínica, a gravidade, o tipo de tratamento indicado, a necessidade de exames laboratoriais e a frequência de acompanhamento — informações que só existem depois da avaliação.
A consulta de avaliação tem valor próprio e é o ponto de partida. Nela você recebe o diagnóstico, o estadiamento e o plano de tratamento com os valores discriminados. Psoríase é uma doença crônica: o acompanhamento é contínuo, e isso é considerado no planejamento. Valores atualizados de consulta são informados pelo WhatsApp da clínica.
Atendimento exclusivamente particular, sem convênio. Aceitamos PIX, cartão de débito e cartão de crédito. Procedimentos podem ser parcelados em até 10x no crédito, conforme o valor; a consulta não é parcelada. A nota fiscal é emitida em nome do paciente, para dedução no Imposto de Renda.

A avaliação com o Dr. João Victor Bezerra é o primeiro passo. Na consulta você pode esperar:
Leve exames recentes e a lista de tratamentos já realizados, com o tempo de uso de cada um. O agendamento é feito diretamente pelo WhatsApp da clínica, no Edifício Metropolitan, no centro de Londrina.
Não existe cura definitiva, mas existe controle — e com os tratamentos atuais, em muitos casos, um controle expressivo e duradouro. O objetivo é manter a pele com mínima ou nenhuma lesão, preservar as articulações e reduzir o impacto na sua vida.
Não. Psoríase não é infecciosa e não se transmite por contato, compartilhamento de objetos, piscina ou qualquer outra via. É uma doença imunomediada, com forte componente genético.
Os gatilhos mais frequentes são estresse, infecções, traumas na pele, tabagismo, álcool, algumas medicações e a interrupção abrupta de corticoide sistêmico. Identificar os seus gatilhos específicos faz parte do acompanhamento.
São medicações com perfil de segurança bem estudado, usadas há anos, que exigem triagem antes do início — incluindo rastreio de tuberculose e hepatites — vacinação em dia e acompanhamento regular. Riscos e benefícios são discutidos na consulta, considerando o seu caso.
Existe protocolo de acesso no sistema público para pacientes que preenchem os critérios, e cobertura por planos de saúde conforme regras vigentes. Em ambos os casos é necessária documentação clínica específica, que é preparada na consulta.
Pode. A psoríase ungueal causa depressões puntiformes, manchas amareladas, descolamento e espessamento — alterações frequentemente confundidas com micose. O diagnóstico correto muda completamente o tratamento, e às vezes exige exame complementar.
Exposição solar moderada pode ajudar em parte dos pacientes, mas não substitui a fototerapia, que é feita com comprimento de onda e dose controlados. Queimadura solar, por outro lado, pode desencadear novas lesões — a orientação é individual.
Não existe dieta que trate psoríase. Há, no entanto, associação bem estabelecida entre obesidade, síndrome metabólica e maior gravidade da doença, além de pior resposta ao tratamento. Controle de peso, cessação do tabagismo e redução do álcool influenciam o resultado.
Pode ter. Uma parcela relevante dos pacientes com psoríase desenvolve artrite psoriásica, que pode causar dano articular permanente se não tratada. Dor, inchaço, rigidez matinal prolongada e dor no calcanhar devem ser relatados — a investigação é feita em consulta.
O tratamento é realizado pelo Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista, no consultório do Edifício Metropolitan, no centro de Londrina, com acompanhamento contínuo e articulação com outras especialidades quando necessário. Atendimento exclusivamente particular.
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O conteúdo desta página tem finalidade informativa e educativa e não substitui a consulta médica. Indicação e resultados variam de pessoa para pessoa e não constituem promessa de resultado.
Revisão médica: conteúdo escrito e revisado pelo Dr. João Victor Bezerra · CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 — Médico Dermatologista. Última atualização: setembro de 2026.
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