Médico Dermatologista · Clínica
Tratamento das placas e da coceira, investigação da urticária crônica e conduta para os casos que não respondem ao tratamento habitual.
★ 5,0 no Google · 45 avaliações
CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 · Atendimento particular no centro de Londrina

Em resumo
O tratamento da urticária em Londrina tem alvo definido: as placas vermelhas e elevadas que aparecem do nada, coçam muito, mudam de lugar e somem em poucas horas — para voltarem no dia seguinte, ou na semana seguinte, sem que ninguém consiga dizer por quê. Quando isso já dura mais de seis semanas, deixou de ser um episódio e virou uma condição que tem investigação e tratamento próprios.
No consultório do Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista em Londrina, a conduta combina controle rápido da coceira, classificação correta do quadro e investigação proporcional — sem exames desnecessários e sem restrições alimentares que não se sustentam.
Quando vale marcar
Como é a consulta
Avaliações no Google
★★★★★ 5,0 no Google · 45 avaliações
Iniciei meu tratamento para melasma e, em apenas 21 dias de protocolo, já tive um resultado que eu jamais imaginei. […] Explica cada etapa com clareza, acompanha de perto a evolução.Melasma →
Receita e indica produtos de qualidade que atendem perfeitamente a expectativa do paciente. O médico que me analisou e acertou o que eu estava necessitando.Como funciona a consulta →
Ótimo atendimento, ambiente maravilhoso […] resolveu meu problema de dermatite.Dermatite atópica →
A lesão da urticária é a urtica: uma placa elevada, avermelhada ou esbranquiçada no centro, com halo vermelho ao redor, que coça — às vezes arde. Ela surge quando os mastócitos da pele liberam histamina e outros mediadores, que dilatam os vasos e permitem que líquido saia deles para o tecido. É esse líquido acumulado que forma o relevo.
Duas características definem a urtica: cada lesão dura menos de 24 horas e some sem deixar marca. Ela pode desaparecer de um lugar e surgir em outro no mesmo dia — o quadro dura semanas, mas cada placa individual é fugaz.
Quando uma lesão dura mais de um dia no mesmo lugar, dói mais do que coça, ou deixa mancha arroxeada ao sumir, o raciocínio muda — pode não ser urticária comum, e isso precisa ser avaliado.
Angioedema: em parte dos pacientes o mesmo processo ocorre em camadas mais profundas e o resultado é inchaço, em geral em lábios, pálpebras, mãos e pés. Inchaço de língua ou de garganta e dificuldade para respirar são emergência — procure pronto-socorro imediatamente.
Dura menos de seis semanas. É a mais comum e frequentemente vem depois de uma infecção — muitas vezes uma virose banal —, de um medicamento ou, com menos frequência, de um alimento. Na maioria dos casos se resolve sozinha, e o tratamento existe para dar conforto enquanto isso acontece.
Dura seis semanas ou mais, com lesões na maioria dos dias. Na maior parte das urticárias crônicas espontâneas não há um agente externo causando o quadro — há uma ativação do próprio sistema imune sobre os mastócitos. Não é alergia a alguma coisa lá fora; é uma desregulação interna. Por isso a caça ao culpado externo quase sempre termina sem resposta.
Um grupo à parte, em que existe um estímulo físico identificável e reprodutível: dermografismo (vergões onde a pele é riscada), urticária colinérgica (calor, exercício, emoção), ao frio, de pressão tardia e solar. Identificar a forma induzida muda o manejo, porque parte do tratamento passa a ser evitar o estímulo — algo que só funciona quando se sabe qual é.
A primeira consulta define se o quadro é agudo ou crônico, espontâneo ou induzido, e se há angioedema associado. Essa classificação determina tudo o que vem depois — inclusive quais exames são necessários, que costumam ser poucos.
O tratamento de base são anti-histamínicos de segunda geração, que não causam sonolência na maioria das pessoas. Quando a dose habitual não controla, existe uma estratégia bem estabelecida de escalonamento de dose, feita com orientação médica.
É aqui que muitos pacientes travam: tomaram a dose da bula, não melhoraram e concluíram que “não funciona para mim”. O escalonamento é conduta estabelecida em diretriz e precisa de acompanhamento médico, não de tentativa por conta própria.
Para a urticária crônica que persiste apesar do tratamento otimizado, existem opções de segunda e terceira linha, avaliadas individualmente e sob prescrição.
Exames se pedem quando a história aponta para algo. Painéis amplos, sem essa direção, tendem a gerar resultados sem significado clínico e restrições sem base.
Essa é a expectativa mais frequente de quem chega ao consultório, e merece ser tratada com honestidade.
A conduta é investigar quando há motivo, não excluir por precaução.

Urticária é diagnóstico clínico, e a maior parte do valor está em classificar corretamente o quadro e evitar dois erros opostos: investigar de menos e investigar demais.
O dermatologista é o especialista médico em pele, e a urticária crônica é uma condição de acompanhamento — não de receita única.
O tratamento começa com uma consulta dermatológica, na qual são feitas a classificação do quadro e a definição do plano. O valor da consulta e de eventuais etapas seguintes é informado com transparência antes de qualquer conduta, pelo WhatsApp ou na própria consulta.
Atendimento exclusivamente particular, sem convênio. Aceitamos PIX, cartão de débito e cartão de crédito. Procedimentos podem ser parcelados em até 10x no crédito, conforme o valor; a consulta não é parcelada. A nota fiscal é emitida em nome do paciente, para dedução no Imposto de Renda.

A avaliação com o Dr. João Victor Bezerra é o primeiro passo. Na consulta você pode esperar:
Leve a lista das medicações que você toma, incluindo as usadas para dor e para gripe.
A urticária aguda se resolve na grande maioria dos casos. A crônica costuma entrar em remissão, mas em tempo variável — meses ou anos, dependendo do paciente. O que o tratamento oferece nesse intervalo é controle: ausência de lesões, ausência de coceira e sono preservado.
Na urticária crônica, quase sempre não. Testes são indicados quando a história clínica aponta para um agente específico. Painéis amplos, sem essa direção, tendem a gerar resultados sem significado clínico.
Não. Não se transmite de pessoa para pessoa em nenhuma circunstância.
É um padrão comum. A variação natural do cortisol ao longo do dia deixa o fim da tarde e a noite mais propensos, e o calor da cama contribui. Isso costuma ser levado em conta no horário da medicação.
Os anti-histamínicos de segunda geração têm bom perfil de segurança para uso continuado, e o uso prolongado é comum no tratamento da urticária crônica. Dose e duração são definidas em consulta.
Não causa, mas reduz o limiar em parte dos pacientes — ou seja, com estresse é preciso menos estímulo para desencadear a crise.
Inchaço de língua ou de garganta, dificuldade para respirar ou engolir, falta de ar, tontura ou sensação de desmaio. Nesses casos, atendimento de urgência imediato.
O tratamento é realizado pelo Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista, CRM-PR 57.044, RQE 35.332, membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Veja também
O conteúdo desta página tem finalidade informativa e educativa e não substitui a consulta médica. Indicação e resultados variam de pessoa para pessoa e não constituem promessa de resultado.
Revisão médica: conteúdo escrito e revisado pelo Dr. João Victor Bezerra · CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 — Médico Dermatologista. Última atualização: setembro de 2026.
Fale direto com a clínica sobre procedimentos, diagnóstico ou valores — sem compromisso de agendar.
Falar agora com a clínica