Médico Dermatologista · Estética
Cada tipo de cicatriz responde a um procedimento diferente — a avaliação define a combinação, não o contrário.
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CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 · Atendimento particular no centro de Londrina

Em resumo
A acne passou, mas ficou a marca. E a marca incomoda mais do que a acne incomodava. É a queixa de quem já tentou de tudo — dermocosmético, procedimento avulso, promessa de resultado em uma sessão — e continua vendo a mesma textura no espelho.
O tratamento das cicatrizes de acne em Londrina é conduzido pelo Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista, e começa por uma etapa que costuma ser pulada: classificar o tipo de cicatriz. Ice pick, boxcar, rolling e hipertrófica respondem a coisas diferentes, e o procedimento certo para um tipo é ineficaz para outro.
Como é a avaliação
Avaliações no Google
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Meu rosto está mais bonito, rejuvenescido e com uma aparência muito mais saudável. […] O que mais me deixa feliz é a melhora da minha autoestima.Rejuvenescimento facial →
Tirou todas as minhas dúvidas, orientou diversos cuidados e fizemos pequenos procedimentos com resultado super natural.Preenchimento labial →
Parabéns, Dr.! Pelo belo trabalho com resultados esperados, produtos de alta qualidade e, além de tudo, uma pessoa incrível, humilde.Linhas de expressão →
Esta distinção economiza dinheiro e frustração, e quase ninguém a explica.
A mancha vermelha que fica depois da lesão inflamada é eritema pós-inflamatório — vaso dilatado, não cicatriz. Tende a clarear sozinha ao longo de meses.
A mancha escura é hiperpigmentação pós-inflamatória — pigmento depositado. Também é temporária, embora demore mais, e responde a clareamento e protetor solar.
A cicatriz verdadeira é alteração de relevo: a pele afundou ou elevou porque houve perda ou excesso de colágeno. Essa não sai sozinha e não sai com creme — exige procedimento que remodele a estrutura.
Boa parte de quem chega achando que tem cicatriz tem, na verdade, mancha. E boa parte de quem gastou meses em clareamento tinha cicatriz. Diferenciar é o primeiro passo.
Cicatrizes estreitas, profundas e com bordas verticais, como se alguém tivesse perfurado a pele com um furador fino. São as mais difíceis de tratar, porque atingem camadas profundas e o procedimento precisa alcançar o fundo delas. Respondem melhor a técnicas pontuais do que a tratamentos de superfície.
Depressões de bordas bem definidas e fundo plano, mais largas que as ice pick, lembrando pequenas crateras. Respondem bem a procedimentos que remodelam colágeno e suavizam a borda.
Ondulações de bordas suaves, que dão à pele um aspecto irregular, mais visível sob luz lateral. São causadas por tratos fibrosos que puxam a pele para baixo — e por isso o tratamento mais lógico é liberar essa tração.
Aqui a cicatriz é elevada, não afundada — houve excesso de colágeno. É mais frequente no tronco, nos ombros e na mandíbula. O tratamento é completamente diferente do das cicatrizes deprimidas e está detalhado na página de cicatrizes e queloides.
Na prática, quase todo paciente tem mais de um tipo ao mesmo tempo. É por isso que tratamento único raramente resolve.
Microlesões controladas estimulam a produção de colágeno e melhoram textura geral, cicatrizes rolling e boxcar rasas. É bem tolerado em praticamente todos os fototipos, com baixo risco de mancha, e costuma ser a base de boa parte dos protocolos. Detalhes do procedimento em microagulhamento.
Procedimento em que se libera o trato fibroso que prende a cicatriz ao tecido profundo, permitindo que a depressão suba. É a resposta mais direta para as cicatrizes rolling — e é justamente o que falta em quem faz sessão após sessão de tratamento superficial sem ver mudança nas ondulações.
Como o procedimento funciona, em quem não é indicado e como é a recuperação estão em subcisão em Londrina.
Renovam a superfície e ajudam em textura, manchas residuais e cicatrizes muito superficiais. A profundidade e o agente são escolhidos conforme o fototipo — em pele mais pigmentada, peeling agressivo mal indicado gera mancha, que é um problema novo somado ao antigo.
Promove remodelação mais profunda do colágeno e é especialmente útil em boxcar e em textura difusa. Exige preparo da pele, avaliação de fototipo e período de recuperação. As tecnologias e indicações estão detalhadas em laser dermatológico.
Quando há perda de volume, estimular ou repor colágeno eleva a área deprimida. Costuma entrar como complemento, depois que as etapas de remodelação já avançaram, e não como primeiro passo.
Porque a pele de um mesmo rosto tem tipos diferentes de cicatriz convivendo. Tratar tudo com uma única técnica significa, necessariamente, tratar bem uma parte e deixar o resto para trás.
Um protocolo bem montado alterna técnicas ao longo dos meses, respeitando o tempo de recuperação de cada uma e o tempo que o colágeno leva para se formar — que é de semanas a meses, não de dias. É por isso que resultado se avalia em fotografia comparativa, e não pela impressão da semana seguinte.
E vale dizer com clareza: o objetivo é melhora significativa, não pele lisa como antes da acne. Quem promete apagar cicatriz por completo está prometendo o que não se cumpre.
Se ainda há lesões inflamatórias ativas, tratá-las vem primeiro. Fazer procedimento para cicatriz sobre acne em atividade tende a inflamar mais, aumenta o risco de mancha e gera cicatrizes novas enquanto se tratam as antigas — o que é, na prática, correr no lugar.
Isso costuma frustrar quem chega querendo começar hoje, e é uma frustração justificada. Mas a sequência importa: controlar a acne, aguardar a estabilização e só então iniciar a correção das cicatrizes. O tratamento da acne ativa está em tratamento de acne.
Não há número fixo, e desconfie de quem dá um. O que existe é uma faixa realista, definida pelo tipo e pela profundidade das cicatrizes e pela resposta individual — que varia bastante entre pessoas com o mesmo quadro.
O que se pode afirmar: o resultado é progressivo. O colágeno leva semanas a meses para se reorganizar, e a melhora costuma continuar depois da última sessão. Por isso a avaliação é feita com fotografia padronizada, na mesma luz e no mesmo ângulo — a memória do próprio rosto é péssima para comparar.
E há um cuidado que vale mais do que qualquer sessão: protetor solar diário. Sem ele, o risco de mancha após os procedimentos sobe muito, especialmente em fototipos mais altos.

Tratamento de cicatriz é onde mais se gasta dinheiro sem resultado, porque a escolha errada de técnica não dá erro visível — apenas não funciona:
O dermatologista é o especialista médico em pele, com formação para tratar tanto a doença que gerou a cicatriz quanto a cicatriz.
O valor depende do tipo e da extensão das cicatrizes, das técnicas indicadas, do número de sessões previstas e do fototipo — informações que só existem depois de examinar a pele com iluminação adequada.
A consulta de avaliação tem valor próprio e é o ponto de partida. Nela você recebe a classificação das suas cicatrizes, o protocolo proposto com as etapas em ordem, uma estimativa realista de sessões e os valores discriminados. Valores atualizados de consulta são informados pelo WhatsApp da clínica.
Atendimento exclusivamente particular, sem convênio. Aceitamos PIX, cartão de débito e cartão de crédito. Procedimentos podem ser parcelados em até 10x no crédito, conforme o valor; a consulta não é parcelada. A nota fiscal é emitida em nome do paciente, para dedução no Imposto de Renda.

A avaliação com o Dr. João Victor Bezerra é o primeiro passo. Na consulta você pode esperar:
Se tiver fotos de como a pele estava durante a acne, leve — ajuda a entender a evolução. E venha sem maquiagem, se possível: ela esconde exatamente o relevo que precisa ser avaliado. O consultório fica no Edifício Metropolitan, no centro de Londrina.
Não. O objetivo é melhora significativa da textura e do relevo, e ela costuma ser expressiva quando o protocolo é bem montado. Quem promete apagar cicatriz por completo está prometendo o que não se cumpre.
Se a pele está lisa ao toque e a diferença é só de cor, é mancha — vermelha ou escura — e tende a melhorar com o tempo e com clareamento. Se há relevo, afundado ou elevado, é cicatriz e precisa de procedimento. A avaliação com iluminação lateral resolve essa dúvida em minutos.
Depende do tipo, da profundidade e da resposta individual. A estimativa é dada na avaliação, junto com o protocolo. Desconfie de número fechado dado antes de alguém olhar a sua pele.
A acne ativa vem primeiro. Fazer procedimento sobre lesão inflamada aumenta o risco de mancha e gera cicatrizes novas enquanto se tratam as antigas. Depois de controlada e estabilizada, começa a correção.
Não. Ele é excelente para textura e para cicatrizes rolling e boxcar rasas, e costuma ser a base do protocolo. Ice pick profundas e ondulações puxadas por tratos fibrosos exigem outras técnicas, como a subcisão.
Pode, com escolha adequada de técnica, profundidade e preparo. Fototipos mais altos têm maior risco de mancha pós-inflamatória, e isso muda o que se indica e a intensidade — não impede o tratamento, mas torna a escolha do profissional mais importante.
O resultado é progressivo, porque depende da formação de colágeno novo, que leva semanas a meses. A melhora costuma continuar mesmo depois da última sessão. É por isso que se compara por fotografia padronizada, e não por impressão.
Varia com a técnica. Algumas deixam apenas vermelhidão de um a dois dias; outras, mais intensas, exigem alguns dias de recuperação. Isso é combinado antes, para você escolher a data conforme a sua agenda.
Ajuda em depressões específicas, como complemento, geralmente depois que as etapas de remodelação já avançaram. Como estratégia isolada e inicial, costuma decepcionar.
O tratamento é realizado pelo Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista, no consultório do Edifício Metropolitan, no centro de Londrina, com classificação das cicatrizes e protocolo combinado por etapas. Atendimento exclusivamente particular.
Veja também
O conteúdo desta página tem finalidade informativa e educativa e não substitui a consulta médica. Indicação e resultados variam de pessoa para pessoa e não constituem promessa de resultado.
Revisão médica: conteúdo escrito e revisado pelo Dr. João Victor Bezerra · CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 — Médico Dermatologista. Última atualização: setembro de 2026.
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