Médico Dermatologista · Estética
Queloide, cicatriz hipertrófica, cirúrgica ou de queimadura — cada uma com conduta própria, diferente das cicatrizes de acne.
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CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 · Atendimento particular no centro de Londrina
Em resumo
A cicatriz da cirurgia que ficou grossa e avermelhada. O caroço que cresceu no lóbulo da orelha depois do furo. A marca no ombro que continua aumentando meses depois do machucado. São situações diferentes de uma cicatriz que apenas incomoda pela aparência — nessas, o tecido continuou crescendo quando deveria ter parado.
O tratamento de cicatrizes em Londrina é conduzido pelo Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista, e começa por definir de que tipo de cicatriz se trata. Queloide e cicatriz hipertrófica se parecem e têm prognósticos diferentes, e a conduta muda conforme o tempo de evolução, a região do corpo e a tendência individual.
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Como é a avaliação
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Cicatrizar é substituir tecido perdido por colágeno. O processo tem uma fase de produção e uma de remodelação, em que o excesso é reabsorvido. Quando a fase de produção não desliga na hora certa, sobra colágeno — e o resultado é uma cicatriz elevada.
Isso depende pouco de como o machucado aconteceu e muito de quem é a pessoa e de onde é a cicatriz. Há forte componente familiar, é mais frequente em peles mais pigmentadas, e certas regiões são notoriamente ruins: tórax, ombros, mandíbula e lóbulo da orelha.
Tensão sobre a cicatriz também importa — é uma das razões pelas quais a mesma pessoa pode ter uma cicatriz discreta no rosto e uma cicatriz espessa no ombro.
Elevada, avermelhada, às vezes com coceira — mas restrita aos limites da lesão original. Tende a melhorar espontaneamente ao longo de meses a anos, e responde bem a tratamento. É o tipo com melhor prognóstico entre as elevadas.
Também elevada, mas ultrapassa os limites da lesão original e invade a pele ao redor. Não regride sozinha, pode continuar crescendo por anos e frequentemente causa coceira, dor ou sensação de repuxamento. Tem forte tendência a voltar depois de tratada — e isso precisa estar claro desde a primeira conversa.
Afundada, por perda de tecido. É o padrão das cicatrizes de varicela e de boa parte das cicatrizes de acne — estas últimas com abordagem própria, detalhada em cicatrizes de acne.
Comum após queimaduras e cirurgias extensas. A cicatriz encurta o tecido e pode limitar o movimento de uma articulação, ou fica presa a planos profundos. Aqui a queixa não é só estética: é funcional, e a avaliação precisa considerar mobilidade.
É o tratamento de primeira linha para queloides e cicatrizes hipertróficas. Aplicações dentro da própria cicatriz, em sessões espaçadas, que reduzem volume, vermelhidão e — o que costuma ser o ganho mais valorizado pelo paciente — coceira e dor. O resultado é progressivo e exige constância; abandonar no meio é o motivo mais comum de insucesso.
Placas e géis de silicone, usados de forma contínua por meses, ajudam a achatar e clarear cicatrizes recentes. É medida de baixo custo e boa evidência, mas depende inteiramente de adesão: usado poucas horas por dia ou por poucas semanas, não funciona. Em lóbulo de orelha, brincos de compressão têm papel específico depois do tratamento.
Útil principalmente para vermelhidão persistente e textura, e como complemento das outras técnicas em cicatrizes espessas. As tecnologias e indicações estão detalhadas em laser dermatológico.
Em casos selecionados, retira-se a cicatriz e refaz-se o fechamento com técnica adequada. Cirurgia isolada em queloide tem alto índice de recidiva — e a recidiva costuma ser maior que a lesão original. Por isso, quando indicada, vem sempre associada a tratamento complementar no pós-operatório, nunca sozinha.
Esta seção existe porque a informação costuma faltar, e a falta dela é o que gera frustração.
Queloide não tem cura definitiva. O que existe é controle: reduzir volume, aliviar sintomas e manter o resultado com acompanhamento. A tendência a formar queloide é individual e permanece — ela não é curada pelo tratamento da cicatriz atual.
Consequências práticas: quem tem queloide deve evitar piercings, tatuagens e procedimentos eletivos desnecessários em regiões de risco, e deve avisar antes de qualquer cirurgia — inclusive estética — para que o cirurgião planeje o fechamento e a profilaxia considerando isso.
Dito o que não se pode prometer, vale dizer o que se costuma conseguir: redução importante do volume e alívio da coceira e da dor, que para a maioria dos pacientes é o que mais pesa no dia a dia.
É a janela em que mais se pode influenciar o resultado final, e quase sempre é desperdiçada. Nos primeiros seis a doze meses a cicatriz ainda está se reorganizando — é ali que a conduta muda o desfecho.
A cicatriz que começa a ficar elevada e a coçar aos dois meses tem tratamento muito mais simples do que a mesma cicatriz aos dois anos. Chegar cedo é o fator isolado que mais muda o resultado.

Cicatriz elevada é área em que a conduta errada piora o quadro — e a cirurgia malfeita em queloide devolve uma lesão maior:
O dermatologista é o especialista médico em pele e conduz o caso pensando também no que fazer para que a próxima cicatriz seja melhor que esta.
O valor depende do tipo de cicatriz, do tamanho, da região, da técnica indicada e do número de sessões previstas — informações que só existem depois da avaliação.
A consulta de avaliação tem valor próprio e é o ponto de partida. Nela você recebe o diagnóstico do tipo de cicatriz, o plano de tratamento com as etapas, uma expectativa realista de resultado e os valores discriminados. No caso do queloide, o acompanhamento é de manutenção, e isso é considerado no planejamento. Valores atualizados de consulta são informados pelo WhatsApp da clínica.
Atendimento exclusivamente particular, sem convênio. Aceitamos PIX, cartão de débito e cartão de crédito. Procedimentos podem ser parcelados em até 10x no crédito, conforme o valor; a consulta não é parcelada. A nota fiscal é emitida em nome do paciente, para dedução no Imposto de Renda.

A avaliação com o Dr. João Victor Bezerra é o primeiro passo. Na consulta você pode esperar:
Se a cicatriz é antiga, leve fotos de como ela estava antes — a comparação ajuda a saber se ainda está em crescimento. E informe se já tratou antes e com quê. O consultório fica no Edifício Metropolitan, no centro de Londrina.
A hipertrófica é elevada mas respeita os limites da lesão original e tende a melhorar sozinha com o tempo. O queloide ultrapassa esses limites, invade a pele ao redor, não regride espontaneamente e tem alta tendência a voltar depois de tratado. Por isso o diagnóstico muda toda a conduta.
Não tem cura definitiva. O tratamento reduz volume e alivia coceira e dor, com bons resultados, mas a tendência individual a formar queloide permanece. Por isso o acompanhamento é de manutenção.
Cirurgia isolada em queloide tem alto índice de recidiva, e a recidiva costuma ser maior que a lesão original. Quando a cirurgia é indicada, vem sempre acompanhada de tratamento complementar no pós-operatório.
Há desconforto durante a aplicação, que dura poucos minutos. Existem recursos para reduzir esse desconforto, e a maioria dos pacientes tolera bem — especialmente porque o alívio da coceira costuma vir já nas primeiras sessões.
Varia com o tamanho, o tempo de evolução e a resposta individual. São sessões espaçadas, e o resultado é progressivo. A estimativa é dada na avaliação.
É a apresentação clássica de queloide no lóbulo da orelha, e uma das mais frequentes. Tem tratamento, e quanto mais cedo se inicia, mais simples. Quem desenvolveu queloide após furo deve evitar novos furos na região.
Funciona, com boa evidência para cicatrizes recentes — desde que usado de forma contínua, por muitas horas ao dia e por meses. Usado esporadicamente, não. A adesão é o que separa quem tem resultado de quem não tem.
Pode, mas isso precisa ser informado ao cirurgião antes, para que o planejamento do fechamento e a profilaxia considerem esse risco. Omitir esse histórico é o que leva a resultados ruins que poderiam ter sido evitados.
Sim, e é o melhor momento. Os primeiros seis a doze meses são a janela em que a conduta mais influencia o resultado final. Cicatriz que começa a elevar e a coçar deve ser avaliada, não observada indefinidamente.
O tratamento é realizado pelo Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista, no consultório do Edifício Metropolitan, no centro de Londrina, com definição do tipo de cicatriz e plano de tratamento por etapas. Atendimento exclusivamente particular.
Veja também
O conteúdo desta página tem finalidade informativa e educativa e não substitui a consulta médica. Indicação e resultados variam de pessoa para pessoa e não constituem promessa de resultado.
Revisão médica: conteúdo escrito e revisado pelo Dr. João Victor Bezerra · CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 — Médico Dermatologista. Última atualização: setembro de 2026.
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