Médico Dermatologista · Cirurgia
Retirada da cápsula inteira no consultório, com anestesia local, para o cisto não voltar. Se estiver inflamado, ele é drenado antes e operado depois.
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CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 · Atendimento particular no centro de Londrina
Em resumo
Cisto sebáceo é o nome popular do cisto epidérmico, uma bolsa fechada sob a pele que produz queratina. Ele cresce devagar, pode inflamar e não some sozinho: enquanto a cápsula ficar, o cisto volta a encher. O que resolve é retirar a cápsula inteira.
Em Londrina, a remoção de cisto sebáceo é feita pelo médico dermatologista Dr. João Victor Bezerra, no consultório, com anestesia local. Quando o cisto está inflamado, a conduta é drenar primeiro e operar de 10 a 14 dias depois, com o tecido já sem inflamação.
Quando vale marcar
Como é a consulta
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Dr. João é muito cuidadoso, tirei um cisto que me incomodava muito e foi tudo muito rápido e sem dores.
Minha primeira consulta, mãos de anjo, tirei 2 pintas que me incomodaram por muito tempo que nem senti dor.Remoção de pintas →
Transmite muita segurança e confiança ao paciente. Realizei uma cantoplastia com o doutor, e o procedimento foi um sucesso!Unha encravada →
“Cisto sebáceo” é o nome que quase todo mundo usa, mas ele é impreciso. O cisto mais comum, o cisto epidérmico, não nasce da glândula de gordura e não guarda sebo. Ele se forma quando células da camada superficial da pele ficam presas sob ela, numa bolsa fechada: a cápsula.
A cápsula continua produzindo queratina. É ela que forma a massa esbranquiçada e de cheiro forte que sai quando o cisto se abre. Por isso o cisto cresce devagar e não regride sozinho.
Como reconhecer:
Cisto sebáceo Caroço firme e arredondado sob a pele.
O ponto central A abertura típica do cisto, nas costas.
Por fora
Por dentro
No couro cabeludo, o caroço mais comum não é o cisto epidérmico, e sim o cisto pilar, também chamado de cisto triquilemal. Ele nasce da raiz do fio de cabelo, e por isso aparece quase sempre na cabeça.
Por fora, os dois são parecidos e quase todo mundo chama os dois de “cisto sebáceo”. A diferença aparece no exame:
O tratamento segue o mesmo princípio: retirar a cápsula inteira, no consultório, com anestesia local. Quando está inflamado, ele também é drenado antes e operado depois.
O que define se o cisto volta é a cápsula. Espremer, furar ou drenar esvazia o conteúdo e o caroço murcha por algumas semanas. Mas a cápsula fica, continua produzindo queratina, e o cisto volta a encher.
Pomada, compressa e antibiótico também não alcançam a cápsula. O antibiótico trata a infecção quando ela existe, mas não remove a bolsa que produz o conteúdo. O que resolve é retirar a cápsula inteira, num procedimento de consultório.
Quando a cápsula se rompe por dentro, o conteúdo entra em contato com o tecido ao redor e provoca uma inflamação intensa: dor, vermelhidão, calor e aumento rápido de volume. Às vezes há também infecção por bactéria.
Enquanto espera a avaliação:
No consultório, a conduta é drenar primeiro e operar depois. A drenagem alivia a dor e a pressão. A retirada da cápsula é feita de 10 a 14 dias depois, com o tecido já sem inflamação, o que tende a deixar o procedimento mais simples e a cicatriz mais discreta. O antibiótico entra quando o médico identifica infecção.
Nesses casos, o cisto pode ter formado um abscesso, e a drenagem não deve esperar. A clínica encaixa o atendimento no mesmo dia, conforme a agenda. A drenagem está explicada na página de furúnculo e abscesso. Se não houver horário no dia, o caminho é o pronto atendimento.
A retirada do cisto sebáceo é feita no consultório, pelo próprio médico:
Cada episódio de inflamação deixa fibrose, um tecido cicatricial ao redor da cápsula. A cápsula, que num cisto sem inflamação sai inteira com relativa facilidade, passa a ficar presa ao tecido vizinho.
Isso significa um procedimento mais trabalhoso, uma incisão maior, mais chance de a cápsula se partir (e de o cisto voltar) e uma cicatriz menos discreta. Retirar um cisto frio costuma ser mais simples do que retirar um inflamado.
Às vezes o cisto se abre sozinho para fora e solta a massa esbranquiçada, às vezes com sangue ou pus. O alívio é imediato, mas a cápsula ficou e tende a encher de novo.
Depois que a área desinflama, a retirada da cápsula é planejada.
A confirmação é feita no exame. A retirada de lipoma está na página de remoção de lipoma.
Toda retirada deixa alguma marca. O objetivo é que ela seja a menor e a mais discreta possível. Ajudam:
Costas, ombros e colo cicatrizam com mais tensão. Quem tem tendência a queloide precisa avisar antes. Cicatrizes que evoluem mal têm tratamento próprio, na página de cicatrizes e queloides.

O valor depende do tamanho do cisto, da região, de ele estar inflamado ou não, da necessidade de drenagem antes e do exame do material. São informações que só existem depois da avaliação.
A consulta de avaliação tem valor próprio e é o ponto de partida. Nela você recebe o diagnóstico, a indicação e os valores discriminados. Em parte dos casos, a retirada pode ser feita na mesma consulta. Valores atualizados de consulta são informados pelo WhatsApp da clínica.
Atendimento exclusivamente particular, sem convênio. Aceitamos PIX, cartão de débito e cartão de crédito. Procedimentos podem ser parcelados em até 10x no crédito, conforme o valor; a consulta não é parcelada. A nota fiscal é emitida em nome do paciente, para dedução no Imposto de Renda.

A avaliação com o Dr. João Victor Bezerra é o primeiro passo. Na consulta você pode esperar:
O agendamento é feito pelo WhatsApp da clínica, no botão “Agendar consulta”. O atendimento acontece no Edifício Metropolitan, centro de Londrina (R. Mato Grosso, 1114, sala 716), de segunda a sexta das 9h às 18h e aos sábados das 9h às 13h.
Nem sempre. Cistos pequenos, estáveis e sem sintomas podem ser só acompanhados. A retirada é indicada quando o cisto cresce, dói, inflama, drena ou incomoda pela localização.
Espremer, furar ou drenar esvazia o conteúdo, mas a cápsula fica e o cisto volta. O que resolve é a retirada da cápsula, um procedimento simples de consultório, com anestesia local.
Não. O antibiótico trata a infecção quando ela existe, mas não remove a cápsula.
O cisto epidérmico comum é benigno, e a transformação é muito rara. O que exige atenção é o nódulo com características diferentes, e por isso a avaliação existe.
Porque a drenagem esvazia o conteúdo, mas não remove a cápsula. Ela continua produzindo queratina e o cisto enche de novo.
A anestesia local é a parte que se sente, com uma picada e ardor rápido. Depois disso, o procedimento não dói.
Fica uma marca, planejada para ser a mais discreta possível. Quanto menor e menos inflamado o cisto, menor a incisão.
Na maioria dos casos, não. A pessoa vai para casa no mesmo dia e evita esforço na região até a retirada dos pontos.
No consultório do Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista, no Edifício Metropolitan, no centro de Londrina. O agendamento é feito pelo WhatsApp da clínica.
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O conteúdo desta página tem finalidade informativa e educativa e não substitui a consulta médica. Indicação e resultados variam de pessoa para pessoa e não constituem promessa de resultado.
Revisão médica: conteúdo escrito e revisado pelo Dr. João Victor Bezerra · CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 — Médico Dermatologista. Última atualização: outubro de 2026.
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