Médico Dermatologista · Cirurgia

Remoção de Pintas e Sinais em Londrina

Pinta que mudou, que incomoda ou que você quer tirar por estética: avaliação com dermatoscopia, retirada no consultório e exame do material quando indicado.

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CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 · Atendimento particular no centro de Londrina

CRM-PR 57.044 Conselho Regional de Medicina do Paraná
RQE 35.332 Médico Dermatologista
100% pelo médico Consultas e procedimentos
Membro titular SBD Sociedade Brasileira de Dermatologia

Em resumo

A remoção de pintas e sinais em Londrina é feita pelo médico dermatologista Dr. João Victor Bezerra, no consultório, com anestesia local. Antes de retirar, a pinta é examinada com dermatoscopia. É isso que define se ela pode ser tirada por estética, se precisa de exame ou se basta acompanhar.

A pinta retirada pode ir para o exame anatomopatológico, que confirma o que ela era. Quando a conduta é simples, a retirada pode ser feita no mesmo dia da consulta, com o valor do procedimento à parte.

Quando vale marcar

  • Pinta nova depois dos 30 anos, ou pinta antiga que mudou de tamanho, cor ou forma.
  • Pinta que coça, sangra ou forma casca sem motivo.
  • Sinal que incomoda: enrosca na roupa, na alça, na barba ou no pente.
  • Pinta que você quer tirar por estética, no rosto ou no corpo.

Como é a consulta

  • Cerca de 50 minutos com o médico, sem pressa
  • Procedimento no mesmo dia quando indicado
  • Particular, sem convênio procedimentos em até 10x, conforme o valor
  • Nota fiscal em seu nome, para dedução no IR

Avaliações no Google

O que dizem os pacientes

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Marcelo★★★★★
Minha primeira consulta, mãos de anjo, tirei 2 pintas que me incomodaram por muito tempo que nem senti dor.
Pedro★★★★★
Dr. João é muito cuidadoso, tirei um cisto que me incomodava muito e foi tudo muito rápido e sem dores.
Cisto sebáceo →
Rochele N.★★★★★
Transmite muita segurança e confiança ao paciente. Realizei uma cantoplastia com o doutor, e o procedimento foi um sucesso!
Unha encravada →
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Toda pinta precisa ser retirada?

Não. A maioria das pintas é benigna e pode ficar onde está. A retirada é indicada em três situações:

  • por suspeita: a pinta tem sinais de alerta na avaliação;
  • por incômodo: enrosca, machuca ou inflama com frequência;
  • por estética: a pinta é benigna, mas a pessoa prefere tirar.

Nos três casos, a avaliação vem antes. Uma pinta que parece inofensiva pode ter sinais que só aparecem na dermatoscopia.

Quando a pinta merece atenção: a regra do ABCDE

  • A — Assimetria: uma metade diferente da outra.
  • B — Bordas: irregulares, borradas ou serrilhadas.
  • C — Cor: mais de uma cor, ou tons de preto, azul ou vermelho.
  • D — Diâmetro: maior que 6 milímetros.
  • E — Evolução: mudou de tamanho, cor, forma, ou começou a coçar ou sangrar.

A evolução é o sinal mais importante. Uma pinta que mudou deve ser avaliada mesmo sem os outros sinais. Também chama atenção a pinta “patinho feio”, a que é diferente de todas as outras da pessoa.

O ABCDE ajuda a perceber a mudança, mas não substitui o exame. Quando a suspeita é de câncer de pele, a conduta está nas páginas de câncer de pele e de melanoma.

Pinta no rosto: sinal escuro e elevado na pelePinta no rosto Sinal escuro e elevado na pele.
Por dentro: a pinta em corte, com as células de pigmento na pele, em ilustraçãoPor dentro As células de pigmento que formam a pinta, sob a pele.
Figura 1. À esquerda, foto real de Делфина (CC BY-SA 4.0), via Wikimedia Commons; à direita, a pinta em corte, em ilustração.

Como a pinta é avaliada

A avaliação começa pelo exame da pele, e a pinta é olhada com o dermatoscópio, um aparelho com lente de aumento e luz própria. Ele mostra estruturas e cores sob a superfície que o olho não vê e ajuda a separar a pinta benigna da que precisa ser retirada.

Depois do exame, a conduta é uma destas:

  • acompanhar, com orientação do que observar;
  • retirar e enviar para exame;
  • retirar por estética ou incômodo, quando a pinta é benigna.

Como é feita a retirada

A retirada é feita no consultório, com anestesia local, e a pessoa vai para casa no mesmo dia. A técnica depende do que a pinta é e de onde ela está:

  • Exérese com sutura: a pinta é retirada inteira, com uma pequena margem de pele, e o corte é fechado com pontos. É a técnica de escolha quando há qualquer suspeita, porque entrega a lesão completa para o exame. Os pontos saem em torno de uma semana no rosto e um pouco mais no corpo.
  • Shaving: a pinta saliente e benigna é retirada rente à pele, sem pontos. É indicada principalmente para pintas elevadas do rosto, retiradas por estética.

Cauterizar ou congelar uma pinta sem diagnóstico não é uma boa ideia: a lesão é destruída e não sobra material para examinar.

Ilustração em corte da pele com pinos numerados: biópsia por punch, por shaving e retirada da lesão inteira

As três técnicas

  • 1 Punch cilindro estreito que atravessa a pele até a gordura
  • 2 Shaving corte rente que retira só a parte de cima
  • 3 Retirada inteira fuso com margem, fechado com pontos
Figura 2. Na biópsia, a técnica define a profundidade e o tamanho do pedaço retirado: punch, shaving ou retirada da lesão inteira. Ilustração.

O exame anatomopatológico

A pinta retirada pode ir para o exame anatomopatológico. Um médico patologista analisa o tecido no microscópio e confirma o que a pinta era. Quando há suspeita, o exame é obrigatório; nas retiradas estéticas, ele também é recomendado conforme a avaliação.

O laudo sai em geral entre 7 e 14 dias úteis e é discutido no retorno. Se o laudo pedir, a conduta é completada: ampliação da margem ou acompanhamento mais próximo.

Pinta no rosto: o cuidado com a cicatriz

No rosto, a retirada é planejada para a cicatriz ficar o mais discreta possível:

  • o corte acompanha as linhas naturais da pele;
  • o fechamento é feito com sutura estética;
  • os pontos saem mais cedo;
  • pintas elevadas e benignas podem sair por shaving, sem pontos.

Quando a página certa é outra

O que esperar da cicatriz

Toda retirada deixa alguma marca. A do shaving costuma ser uma área plana e um pouco mais clara; a da exérese, uma linha fina. A cicatriz amadurece ao longo de meses.

Nos seis meses seguintes, proteja a cicatriz do sol para ela não escurecer. Quem tem tendência a queloide precisa avisar antes. Costas, ombros e colo cicatrizam com mais tensão.

Cuidados depois da retirada

  • Manter o curativo conforme a orientação.
  • Não retirar crostas nem mexer nos pontos.
  • Evitar esforço na região até a retirada dos pontos.
  • Voltar na data marcada para os pontos e o laudo.
  • Avisar se houver dor crescente, vermelhidão que se espalha, secreção ou febre.
Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista em Londrina, remoção de pintas e sinais

Por que remover com dermatologista?

  • Dermatoscopia antes de decidir a retirada.
  • Escolha da técnica que preserva o material para exame.
  • Planejamento da cicatriz, sobretudo no rosto.
  • Leitura do laudo e conduta completa, quando necessário.
  • Orientação para acompanhar as outras pintas.

Quanto custa a remoção de pintas em Londrina?

O valor depende do número de pintas, do tamanho, da região, da técnica e do exame do material. São informações que só existem depois da avaliação.

A consulta de avaliação tem valor próprio e é o ponto de partida. Nela você recebe o diagnóstico, a indicação e os valores discriminados. Em muitos casos, a retirada pode ser feita no mesmo dia, e o valor dela é somado ao da consulta. Valores atualizados de consulta são informados pelo WhatsApp da clínica.

Atendimento exclusivamente particular, sem convênio. Aceitamos PIX, cartão de débito e cartão de crédito. Procedimentos podem ser parcelados em até 10x no crédito, conforme o valor; a consulta não é parcelada. A nota fiscal é emitida em nome do paciente, para dedução no Imposto de Renda.

Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista em Londrina, no consultório

Como agendar sua consulta?

A avaliação com o Dr. João Victor Bezerra é o primeiro passo. Na consulta você pode esperar:

  • exame da pele e das pintas, com dermatoscopia;
  • definição entre acompanhar, retirar e examinar;
  • explicação da técnica, da anestesia e da cicatriz esperada;
  • retirada no mesmo dia, quando indicada;
  • orientação sobre o curativo e os pontos;
  • retorno programado para os pontos e o laudo.

O agendamento é feito pelo WhatsApp da clínica, no botão “Agendar consulta”. O atendimento acontece no Edifício Metropolitan, centro de Londrina (R. Mato Grosso, 1114, sala 716), de segunda a sexta das 9h às 18h e aos sábados das 9h às 13h.

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Perguntas frequentes sobre pintas e sinais

Tirar pinta faz mal?+

Não, quando a retirada é feita com indicação e técnica correta. O que faz mal é tirar ou cauterizar uma pinta suspeita sem exame.

A retirada dói?+

A anestesia local é a parte que se sente, com uma picada e ardor rápido. Depois disso, o procedimento não dói.

Dá para tirar a pinta no mesmo dia da consulta?+

Em muitos casos, sim, quando a avaliação indica e a técnica pode ser feita no consultório.

Toda pinta retirada vai para exame?+

Quando há suspeita, sim. Na retirada estética, o exame também é recomendado conforme a avaliação.

Fica cicatriz?+

Fica uma marca, planejada para ser a mais discreta possível. No rosto, a técnica é escolhida pensando na cicatriz.

Pinta que coça ou sangra é câncer?+

Não necessariamente, mas é um sinal de mudança e deve ser avaliado.

Posso tirar pinta com laser ou caneta?+

Não sem diagnóstico. Laser, caneta e cauterização destroem a pinta e não deixam material para examinar.

Quanto tempo demora o resultado do exame?+

Em geral, entre 7 e 14 dias úteis. O laudo é discutido no retorno.

Onde remover pintas em Londrina?+

No consultório do Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista, no Edifício Metropolitan, no centro de Londrina. O agendamento é feito pelo WhatsApp da clínica.

Veja também

O conteúdo desta página tem finalidade informativa e educativa e não substitui a consulta médica. Indicação e resultados variam de pessoa para pessoa e não constituem promessa de resultado.

Revisão médica: conteúdo escrito e revisado pelo Dr. João Victor Bezerra · CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 — Médico Dermatologista. Última atualização: outubro de 2026.

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