Médico Dermatologista · Cirurgia

Melanoma em Londrina

Dermatoscopia, biópsia e cirurgia do melanoma com médico dermatologista, com encaminhamento para serviço especializado quando o caso exige.

CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 · Atendimento particular no centro de Londrina

CRM-PR 57.044Conselho Regional de Medicina do ParanáCons. Regional de Medicina · PR
RQE 35.332Médico Dermatologista
100% pelo médicoConsultas e procedimentos
Membro titular SBDSociedade Brasileira de DermatologiaSoc. Bras. de Dermatologia

Em resumo

Melanoma é o câncer de pele que nasce das células que produzem o pigmento da pele e é considerado o tipo mais agressivo entre os cânceres de pele, porque tem alta possibilidade de se espalhar para outros tecidos e órgãos. Ele pode surgir em uma pinta que já existia ou em pele sem pinta nenhuma, e quanto mais fino ele está no momento da retirada, melhor o prognóstico. Para cada ano entre 2026 e 2028, o INCA estima 9.360 novos casos de melanoma de pele no Brasil.

No consultório do Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista em Londrina, a investigação começa pela dermatoscopia na consulta e segue, quando a suspeita se mantém, para a retirada completa da lesão com análise histopatológica. Cirurgia micrográfica, pesquisa de linfonodo sentinela e tratamento oncológico, quando indicados, são feitos em serviço especializado, com acompanhamento conjunto.

O que os pacientes dizem

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David Baxtxhi profile picture
David Baxtxhi
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Doutor EXCELENTE, tirou todas as minhas dúvidas, e tratamento eficiente...Local agradável, profissional, e atendimento maravilhoso, com nível de atendimento de primeiro mundo...PARABÉNS AO DR. JOÃO VICTOR BEZERRA E RAFAEL DO SUPORTE...Mandei mensagens no Domingo, e tive retorno no mesmo dia...NOTA 10...
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pedro
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O atendimento é excelente, fui muito bem atendido pelo Rafael, Dr Joao é muito cuidadoso, tirei um cisto que me incomodava muito e foi tudo muito rápido e sem dores, recomendo muito!!
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Rosimeire Feliciano profile picture
Rosimeire Feliciano
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Excelente em tudo, levei meu filho pra retirada de um cisto na coluna, região lombar, doutor muito atencioso e profisdional, retirou o cisto com precisão cirúrgica, meu filho está bem graças a Deus.. meus sinceros agradecimentos ao dr João Vitor Bezerra e ao Rafael do consultório.🙏🥰
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Daniel Lima profile picture
Daniel Lima
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Excelente atendimento, Dr. João e de toda a sua equipe.
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Marco.Antonio Joaquim
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Fui muito bem atendido desde o primeiro contato de forma profissional e humanizada. Cirurgia de lipoma. Indico sem qualquer ressalva.
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Syl Marques profile picture
Syl Marques
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Competência e cortesia! Recomendado! Dr. João é pontual! Não chegue atrasado(a)!
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Gisele Alecia profile picture
Gisele Alecia
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Atendimento impecável! Excelente profissional! Fui muito bem atendida desde a recepção até o pós-cirúrgico. Profissional atencioso, cuidadoso e muito competente. Recomendo com toda a certeza!
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Sabrina Miranda profile picture
Sabrina Miranda
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ótimo atendimento, ambiente maravilhoso e o atendimento também, resolveu meu problema de dermatite
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Vinicius Gonçalves profile picture
Vinicius Gonçalves
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Foi um excelente atendimento, o Dr. super simpático, atencioso e cuidadoso. Me passou muita segurança no tratamento que me ofereceu e com toda certeza voltarei com o Dr. João se caso necessário for!
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Wagner Rocha
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Excelente médico com ótima formação acadêmica e muito ético. Recomendo para dermatologia clínica ou estética. Atendimento espetacular de toda a equipe.
Certificado: Trustindex
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Como o melanoma costuma começar

O INCA descreve dois começos possíveis. Na pele normal, o melanoma aparece como uma pinta escura de bordas irregulares, às vezes acompanhada de coceira e descamação. Em uma pinta que já existia, ela aumenta de tamanho, muda de cor e de forma e passa a ter bordas irregulares.

No tipo mais comum, o melanoma passa um período crescendo para os lados, dentro da camada mais superficial da pele, antes de se aprofundar. Enquanto está restrito a essa camada, é chamado de melanoma in situ. Essa fase horizontal é a janela do diagnóstico precoce: a lesão já é visível e já mudou, mas ainda é fina.

Os outros tipos de câncer de pele e a regra do ABCDE estão explicados na página de câncer de pele em Londrina. Para quem notou uma pinta diferente e quer saber o que observar, a página de remoção de pintas e verrugas explica como é a avaliação.

Tipos de melanoma: nem todos seguem o ABCDE

A diretriz europeia de melanoma, atualizada em 2024, descreve quatro subtipos clínicos principais. Conhecê-los ajuda a entender por que uma lesão que não parece uma "pinta feia" também pode precisar de avaliação.

Extensivo superficial. É o tipo mais comum. Cresce aos poucos para os lados antes de se aprofundar e costuma mostrar as mudanças de cor, borda e tamanho que o ABCDE ajuda a reconhecer.

Nodular. Aparece como uma lesão elevada e firme que cresce rápido e pode não ter nenhum dos sinais do ABCDE. Para ele, a diretriz europeia usa outra regra, o EFG: elevado, firme e crescendo. Como cresce para baixo desde o início, sem a fase horizontal, costuma chegar ao diagnóstico já com espessura maior.

Lentigo maligno melanoma. Surge em pele com muitos anos de sol acumulado, sobretudo no rosto de pessoas mais velhas. Começa como o lentigo maligno, uma mancha plana de crescimento lento que já é um melanoma in situ; a fase invasiva vem depois.

Acral lentiginoso. Aparece nas palmas das mãos, nas plantas dos pés e embaixo das unhas. Segundo a diretriz europeia, corresponde a 1% a 5% dos melanomas em pessoas brancas e a uma proporção maior em populações asiáticas e afro-americanas. No começo é uma mancha de pigmento irregular e mal delimitada; depois, pode formar um nódulo.

Melanoma na unha, nas palmas e nas plantas

O melanoma embaixo da unha é uma forma do acral lentiginoso. É raro e, por estar no leito da unha, tende a ser diagnosticado com atraso.

Uma faixa escura em uma única unha que surgiu ou mudou, sem explicação clara como uma pancada, merece dermatoscopia. O mesmo vale para uma mancha escura nova na palma da mão ou na planta do pé. Nem toda faixa escura é melanoma; a avaliação existe justamente para separar o que pode ser acompanhado do que precisa de biópsia, e o tipo de biópsia na unha é definido na avaliação.

Por que o tempo importa: a espessura de Breslow

Depois da retirada, o laudo informa a espessura de Breslow: a espessura vertical do melanoma, medida em milímetros no material retirado. Ela abre a lista dos fatores histológicos de prognóstico mais importantes da diretriz europeia, e a regra geral é direta: quanto mais espesso, pior o prognóstico.

A espessura orienta o que vem depois: a margem da ampliação, a indicação de pesquisa do linfonodo sentinela e o ritmo do acompanhamento. Junto com ela, o laudo traz outros dados, como a presença de ulceração e o número de mitoses, que também entram nessa conta.

O que o diagnóstico precoce muda. Segundo a diretriz europeia, cerca de 90% dos melanomas são diagnosticados sem sinal de metástase, e nesse grupo a sobrevida específica em 10 anos fica entre 85% e 95%. O melanoma nodular, que cresce rápido e para baixo, é o que mais exige atenção ao tempo: uma lesão nova, elevada e que cresce não deve esperar a próxima consulta de rotina.

O caminho depois da suspeita de melanoma

Da primeira avaliação ao tratamento completo, o percurso tem etapas definidas. Algumas são feitas no consultório; outras, quando indicadas, em serviço especializado.

Dermatoscopia. Na consulta, a lesão é examinada com o dermatoscópio, aparelho de aumento com luz própria que mostra estruturas da pele não vistas a olho nu. Em uma meta-análise citada pela diretriz europeia, a dermatoscopia feita por especialistas aumentou a precisão do diagnóstico em lesões duvidosas, em comparação com o exame a olho nu. O exame inclui as outras pintas, porque a comparação entre elas ajuda a identificar a que destoa.

Biópsia excisional. Quando a suspeita se mantém, a diretriz recomenda retirar a lesão inteira, com margem estreita, para que o patologista avalie toda a arquitetura da lesão. O procedimento é feito no consultório, com anestesia local, e o material vai para análise histopatológica. Em lesões grandes ou em locais delicados, o tipo de biópsia é definido na avaliação.

Laudo. O resultado sai geralmente entre 7 e 14 dias úteis, dependendo do laboratório de patologia, e é discutido em consulta de retorno. É no laudo que aparecem a confirmação do diagnóstico, a espessura de Breslow e os demais dados que orientam o próximo passo.

Ampliação de margens. Confirmado o melanoma, a área da biópsia é retirada de novo com uma faixa maior de pele normal em volta. A margem cresce com a espessura informada no laudo e é definida na consulta. Quando o tamanho e o local permitem, a ampliação é feita no consultório, com anestesia local; casos maiores, o que é raro, são operados pelo próprio médico em ambiente hospitalar. No lentigo maligno extenso e em mãos e pés, a cirurgia micrográfica pode ser a opção indicada.

Linfonodo sentinela. É o primeiro gânglio linfático que recebe a drenagem da região do tumor. A indicação da pesquisa desse linfonodo depende da espessura e de outros dados do laudo, como a ulceração, e é definida na consulta.

Oncologia. Em melanomas de risco mais alto, as decisões de tratamento são tomadas por equipe interdisciplinar de oncologia. Segundo a diretriz europeia, terapias complementares podem ser propostas a partir do estádio IIB, depois da retirada completa do tumor.

O que é feito na clínica e o que é encaminhado. Na clínica: consulta com dermatoscopia, biópsia excisional, discussão do laudo, ampliação de margens quando o tamanho e o local permitem e acompanhamento dermatológico depois do tratamento. Casos que exigem cirurgia micrográfica, avaliação oncológica ou tratamento complementar são encaminhados para serviço especializado, com acompanhamento conjunto. A pesquisa do linfonodo sentinela entra nesse encaminhamento.

Quem tem mais risco de melanoma

A lista completa de fatores de risco do câncer de pele, como pele clara e queimaduras solares, está na página geral. Para o melanoma, quatro situações pedem atenção especial.

Muitas pintas. O número total de pintas no corpo é o principal fator de risco descrito na diretriz europeia: com 100 pintas ou mais, o risco de melanoma aumenta de 8 a 10 vezes.

Pintas atípicas. Pintas maiores e de aspecto irregular, chamadas nevos atípicos, são o segundo fator mais importante: com cinco ou mais, o risco relativo aumenta cerca de seis vezes. Elas indicam uma pele que pede acompanhamento periódico.

História familiar. Entre 5% e 12% dos melanomas são diagnosticados em contexto familiar. A diretriz define melanoma familiar quando dois parentes de primeiro grau, ou três ou mais pessoas do mesmo lado da família, tiveram melanoma.

Melanoma prévio. Quem já teve um melanoma tem risco aumentado de ter outro, novo e independente do primeiro. Melanomas primários múltiplos são observados em 5% a 8% dos pacientes com melanoma.

Rastreamento e mapeamento por imagem. Para a população em geral, sem sinais, o INCA não recomenda o rastreamento do melanoma, porque não há evidência de que traga mais benefícios do que danos; o que melhora o desfecho é investigar cedo uma lesão nova ou que mudou. Para pessoas de risco alto, a diretriz europeia cita fotografia corporal total e dermatoscopia digital sequencial. A clínica não realiza mapeamento corporal total com registro fotográfico; quando esse exame é indicado, a consulta orienta o encaminhamento.

Acompanhamento depois de um melanoma

Depois do tratamento, o acompanhamento tem duas funções: perceber cedo uma eventual volta da doença e encontrar um novo melanoma ainda fino. O INCA lembra que esses pacientes têm predisposição a desenvolver novos tumores e que a cura depende da precocidade do diagnóstico.

A frequência das consultas depende do estádio e costuma ser mais próxima nos primeiros anos. O intervalo de cada paciente é definido na consulta, em conjunto com a oncologia quando ela participa do caso.

Autoexame. A diretriz europeia recomenda a vigilância feita pelo próprio paciente como estratégia complementar para detectar cedo novos melanomas. Na prática:

  • Examine a pele com boa luz, de frente e de costas, com um espelho grande e outro de mão.
  • Inclua couro cabeludo, orelhas, palmas, plantas, a pele entre os dedos e as unhas.
  • Procure pintas novas, pintas que mudaram e a pinta que destoa das demais.
  • Fotografe as lesões que chamam atenção, para comparar depois.
  • Uma lesão nova, elevada e firme que cresce não espera a próxima consulta: agende antes.
Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista em Londrina, melanoma

Por que tratar com um dermatologista?

  • A dermatoscopia faz parte da consulta e aumenta a precisão do diagnóstico em lesões duvidosas.
  • O exame compara as pintas entre si, e não olha só a que motivou a consulta.
  • Lesões que fogem do ABCDE, como o melanoma nodular e o acral, entram no exame.
  • A biópsia é feita pelo mesmo médico que avaliou a lesão, no consultório, com anestesia local.
  • O laudo é discutido em consulta de retorno, com explicação da espessura e do próximo passo.
  • O encaminhamento para cirurgia micrográfica ou oncologia é feito quando o caso exige, com acompanhamento conjunto.
  • O acompanhamento depois do melanoma inclui o exame periódico da pele inteira.

Diante de uma suspeita de melanoma, quem examina a lesão também conduz a biópsia, interpreta o laudo e organiza o que vem depois.

Quanto custa a avaliação de melanoma em Londrina?

A consulta de avaliação tem valor próprio e é o ponto de partida. Biópsia e ampliação de margens, quando indicadas, são orçadas depois da avaliação, conforme o tamanho e o local da lesão. Valores atualizados de consulta são informados pelo WhatsApp da clínica.

Atendimento exclusivamente particular, sem convênio. Aceitamos PIX, cartão de débito e cartão de crédito, com parcelamento em até 10x no crédito, conforme o valor. A nota fiscal é emitida em nome do paciente, e todos os valores podem ser abatidos no Imposto de Renda.

Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista em Londrina, no consultório

Como agendar sua avaliação?

Na consulta você pode esperar:

  • Conversa sobre a lesão: há quanto tempo existe e o que mudou.
  • Revisão da sua história pessoal e familiar de melanoma e de outros cânceres de pele.
  • Exame da pele com dermatoscopia.
  • Explicação clara sobre o grau de suspeita e o que fazer a seguir.
  • Indicação de biópsia, quando necessária, e explicação de como ela é feita.
  • Orientação sobre autoexame e sobre a frequência dos retornos.
  • Cerca de 50 minutos com o médico, do começo ao fim — veja como funciona a consulta.

O agendamento é feito pelo WhatsApp da clínica, no botão "Agendar consulta". O atendimento acontece no Edifício Metropolitan, centro de Londrina (R. Mato Grosso, 1114, sala 716).

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Perguntas frequentes sobre melanoma

Melanoma tem cura?+

Quando diagnosticado cedo, o melanoma tem altas taxas de resolução com a cirurgia. Segundo a diretriz europeia, cerca de 90% dos casos são diagnosticados sem metástase, e nesse grupo a sobrevida específica em 10 anos fica entre 85% e 95%. O prognóstico de cada caso depende da espessura e dos outros dados do laudo.

Como é um melanoma no início?+

Na pele normal, costuma surgir como uma pinta escura de bordas irregulares; em uma pinta antiga, como aumento de tamanho e mudança de cor ou de forma. O melanoma nodular é a exceção: aparece como uma lesão elevada, firme e que cresce.

Melanoma coça ou dói?+

Pode coçar e descamar, como descreve o INCA, mas a ausência de sintomas não afasta o diagnóstico. O que mais chama atenção é a mudança da lesão.

Melanoma pode aparecer onde não tinha pinta?+

Sim. O melanoma pode surgir a partir da pele normal ou de uma lesão pigmentada que já existia, por isso uma pinta nova que se destaca das outras também merece avaliação.

Toda faixa escura na unha é melanoma?+

Não. Mas uma faixa escura em uma única unha que surgiu ou mudou precisa de avaliação com dermatoscopia, porque o melanoma acral pode começar embaixo da unha e tende a ser diagnosticado com atraso.

Melanoma é hereditário?+

Em parte dos casos, há um componente familiar: entre 5% e 12% dos melanomas são diagnosticados em contexto familiar, segundo a diretriz europeia. Quem tem parente de primeiro grau com melanoma deve informar isso na consulta, porque pesa no plano de acompanhamento.

Melanoma metastático tem tratamento?+

Sim. O tratamento da doença avançada é conduzido pela oncologia, com medicamentos mais novos que, segundo o INCA, apresentam altas taxas de sucesso terapêutico; o objetivo é postergar a evolução da doença e oferecer sobrevida mais longa.

A clínica faz mapeamento corporal de pintas?+

Não. A dermatoscopia é feita na consulta, mas a clínica não realiza mapeamento corporal total com registro fotográfico. Quando esse exame é indicado, a consulta orienta o encaminhamento.

Depois de um melanoma, por quanto tempo é preciso fazer acompanhamento?+

Por muitos anos. As consultas são mais próximas no começo, com intervalos definidos na consulta conforme o estádio, e o exame da pele continua depois disso, porque o risco de um novo melanoma permanece.

Onde fazer o diagnóstico de melanoma em Londrina?+

No consultório do Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista, no Edifício Metropolitan, centro de Londrina (R. Mato Grosso, 1114, sala 716). A consulta inclui dermatoscopia, e o agendamento é feito pelo WhatsApp.

Veja também

O conteúdo desta página tem finalidade informativa e educativa e não substitui a consulta médica. Indicação e resultados variam de pessoa para pessoa e não constituem promessa de resultado.

Revisão médica: conteúdo escrito e revisado pelo Dr. João Victor Bezerra · CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 — Médico Dermatologista. Última atualização: outubro de 2026.

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