Médico Dermatologista · Cirurgia
Como cada carcinoma aparece na pele, como o diagnóstico é confirmado e quais tratamentos existem, do laudo ao acompanhamento.
CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 · Atendimento particular no centro de Londrina
Em resumo
O carcinoma basocelular é o câncer de pele mais comum. Na maioria das vezes surge como uma lesão brilhante, de crescimento lento, que raramente se espalha, mas destrói os tecidos ao redor se não for retirada. O carcinoma espinocelular é o segundo mais frequente: costuma nascer em pele que acumulou sol e tem ceratoses actínicas, e pede mais atenção porque a chance de se espalhar é maior. Nos dois, o diagnóstico é confirmado por biópsia, e o tratamento padrão é a retirada cirúrgica com margem, com análise do material retirado.
Na consulta com o Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista em Londrina, a lesão é examinada a olho nu e com dermatoscopia, a biópsia é feita com anestesia local quando indicada e o laudo é discutido em consulta de retorno. A maior parte das retiradas é feita no consultório. Casos que exigem cirurgia micrográfica, avaliação oncológica ou tratamento complementar são encaminhados para serviço especializado, com acompanhamento conjunto. Para uma visão geral dos três tipos de câncer de pele, incluindo o melanoma e os sinais de alerta em pintas, veja a página sobre câncer de pele em Londrina.
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David BaxtxhiTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Doutor EXCELENTE, tirou todas as minhas dúvidas, e tratamento eficiente...Local agradável, profissional, e atendimento maravilhoso, com nível de atendimento de primeiro mundo...PARABÉNS AO DR. JOÃO VICTOR BEZERRA E RAFAEL DO SUPORTE...Mandei mensagens no Domingo, e tive retorno no mesmo dia...NOTA 10...Publicado em Google![]()
pedroTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
O atendimento é excelente, fui muito bem atendido pelo Rafael, Dr Joao é muito cuidadoso, tirei um cisto que me incomodava muito e foi tudo muito rápido e sem dores, recomendo muito!!Publicado em Google![]()
Rosimeire FelicianoTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente em tudo, levei meu filho pra retirada de um cisto na coluna, região lombar, doutor muito atencioso e profisdional, retirou o cisto com precisão cirúrgica, meu filho está bem graças a Deus.. meus sinceros agradecimentos ao dr João Vitor Bezerra e ao Rafael do consultório.🙏🥰Publicado em Google![]()
Daniel LimaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente atendimento, Dr. João e de toda a sua equipe.Publicado em Google![]()
Marco.Antonio JoaquimTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Fui muito bem atendido desde o primeiro contato de forma profissional e humanizada. Cirurgia de lipoma. Indico sem qualquer ressalva.Publicado em Google![]()
Syl MarquesTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Competência e cortesia! Recomendado! Dr. João é pontual! Não chegue atrasado(a)!Publicado em Google![]()
Gisele AleciaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Atendimento impecável! Excelente profissional! Fui muito bem atendida desde a recepção até o pós-cirúrgico. Profissional atencioso, cuidadoso e muito competente. Recomendo com toda a certeza!Publicado em Google![]()
Sabrina MirandaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
ótimo atendimento, ambiente maravilhoso e o atendimento também, resolveu meu problema de dermatitePublicado em Google![]()
Vinicius GonçalvesTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Foi um excelente atendimento, o Dr. super simpático, atencioso e cuidadoso. Me passou muita segurança no tratamento que me ofereceu e com toda certeza voltarei com o Dr. João se caso necessário for!Publicado em Google![]()
Wagner RochaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente médico com ótima formação acadêmica e muito ético. Recomendo para dermatologia clínica ou estética. Atendimento espetacular de toda a equipe.Certificado: TrustindexO selo verificado do Trustindex é o Símbolo Universal de Confiança. Apenas as melhores empresas podem obter o selo verificado que tem uma pontuação de avaliação acima de 4.5, com base nas avaliações dos clientes nos últimos 12 meses. Leia mais
O carcinoma basocelular não tem uma aparência única. As diretrizes descrevem formas clínicas diferentes, e conhecê-las ajuda a entender por que uma "feridinha que não sara" e uma "mancha que descama" podem ser o mesmo tipo de tumor.
Nodular. É a forma mais conhecida: uma bolinha ou placa da cor da pele ou rosada, de aspecto perolado e brilhante, às vezes translúcida, com vasinhos finos na superfície. Cresce devagar e, quando maior, pode abrir uma ferida no centro, que forma crosta, sangra com facilidade e parece cicatrizar para depois voltar.
Superficial. Aparece como uma mancha ou placa avermelhada, levemente descamativa e de bordas bem delimitadas, mais comum no tronco e nas pernas. Por lembrar um eczema ou uma micose, pode passar meses sendo tratada com pomadas antes de ser examinada. Está mais ligada à exposição solar intermitente, como a de fins de semana e férias.
Esclerodermiforme (ou morfeiforme). É a forma mais discreta e, por isso, mais traiçoeira: uma placa avermelhada ou esbranquiçada, com aspecto de cicatriz e bordas mal definidas. Junto com o infiltrativo e o basoescamoso, está entre os subtipos de maior risco, e essa classificação só o laudo confirma.
Onde aparece. A cabeça e o pescoço são a localização mais comum, com destaque para nariz, pálpebras, lábios, orelhas, testa e couro cabeludo, porque a radiação ultravioleta é o principal fator causal. A forma superficial é a exceção, mais frequente no tronco e nos membros inferiores.
O basocelular tem tendência muito baixa a dar metástase: a diretriz europeia de 2023 estima que menos de 1% dos pacientes seja afetado. O problema dele é outro: o crescimento local. Sem tratamento, pode avançar em profundidade e se tornar um tumor grande, localmente avançado, que infiltra os tecidos vizinhos.
O que isso significa na prática. Em nariz, pálpebra, canto do olho, lábio e orelha, alguns milímetros a mais mudam o tamanho da retirada e a complexidade da reconstrução. Esperar raramente coloca a vida em risco, mas pode transformar uma cirurgia simples em uma cirurgia maior, com cicatriz mais extensa.
Recidiva. No centro do rosto, a chamada "área H", que inclui nariz, pálpebras, lábios e orelhas, mesmo tumores de aparência simples têm mais risco de voltar no mesmo lugar. Por isso a localização pesa na escolha da técnica e da margem.
O carcinoma espinocelular, também chamado CEC ou carcinoma de células escamosas, é o segundo câncer de pele mais comum e responde por cerca de 20% dos carcinomas de queratinócitos (o grupo formado por ele e pelo basocelular). Aparece em pele que acumulou sol ao longo da vida: cerca de 80% a 90% surgem na cabeça e no pescoço, e os demais sobretudo em antebraços e dorso das mãos.
Como aparece. Costuma ser uma lesão áspera, com casca espessa, às vezes com aspecto de verruga, que cresce com o tempo, fica endurecida ao toque e pode abrir ferida e formar crosta. Uma "verruga" nova em pele com muito dano solar, que cresce em semanas ou meses, merece avaliação.
A relação com a ceratose actínica. A maioria dos carcinomas espinocelulares nasce no contexto de ceratoses actínicas, aquelas manchinhas ásperas, "de lixa", em rosto, couro cabeludo, orelhas e dorso das mãos. A chance de uma ceratose isolada se transformar é baixa: dados reunidos na diretriz europeia estimam menos de 1 em 1.000 por ano. Ter muitas ceratoses, porém, é um marcador estabelecido de risco, e as mais espessas são as que mais preocupam. O artigo sobre ceratose actínica e ceratose seborreica explica a diferença entre as duas.
Campo de cancerização. É o nome dado à área de pele danificada pelo sol, com ceratoses, sinais de fotoenvelhecimento e, às vezes, cânceres de pele, em que a pele de aparência "normal" ao redor das lesões já carrega alterações genéticas ligadas ao câncer. Esse conceito explica por que estudos apoiam tratar o campo inteiro, e não só cada ceratose isolada, e por que a avaliação olha para toda a pele exposta, não apenas para a lesão que chamou atenção.
O espinocelular tem potencial de se espalhar maior que o basocelular, mas na maioria dos casos isso não acontece: dois grandes estudos citados na diretriz europeia de 2023 relataram metástase em 1,2% e em 4% dos pacientes operados. O risco não é igual para todos, e alguns fatores pedem mais cuidado:
Dermatoscopia. Feita na consulta, com lente de aumento e luz própria, mostra estruturas que o olho não vê, como os vasos ramificados "em árvore" típicos do basocelular. A dermatoscopia melhora a precisão do diagnóstico clínico e ajuda a diferenciar o basocelular do melanoma, mas não substitui a análise do tecido.
Biópsia. Diante da suspeita, retira-se um fragmento ou a lesão inteira, com anestesia local. Para o espinocelular, as diretrizes pedem confirmação histológica em todo caso suspeito; para o basocelular, a análise é obrigatória em lesões duvidosas, ulceradas ou grandes. O resultado sai geralmente entre 7 e 14 dias úteis, dependendo do laboratório de patologia, e é discutido em consulta de retorno.
O que o laudo informa. Além de confirmar o tipo de carcinoma, o laudo traz o subtipo e, no espinocelular, dados como profundidade e invasão de nervos, que pesam no risco. Quando a lesão foi retirada inteira, o laudo informa também se as margens estão livres. São esses dados que definem o passo seguinte.
Cirurgia com margem: o padrão. Para os dois carcinomas, o tratamento de primeira linha é a retirada cirúrgica completa, com uma faixa de pele aparentemente sadia ao redor (a margem) e análise do material para confirmar que o tumor saiu inteiro. O tamanho da margem varia conforme o risco de cada tumor e é definido na avaliação. A maioria das retiradas é feita em consultório, com anestesia local; casos maiores, o que é raro, são operados pelo próprio médico em ambiente hospitalar. Quando o laudo mostra margem comprometida, discute-se a ampliação.
Alternativas em casos selecionados de basocelular. Para basocelulares pequenos e de baixo risco, em especial o superficial, a literatura descreve opções além do bisturi:
Nenhuma dessas opções permite conferir a margem no laudo como a cirurgia permite. A escolha pesa subtipo, localização, tamanho e as condições de cada paciente.
No espinocelular invasivo, a cirurgia continua sendo a escolha. A diretriz europeia recomenda não usar curetagem, crioterapia, terapia fotodinâmica ou laser como tratamento do espinocelular invasivo primário. Métodos não cirúrgicos ficam restritos a situações específicas, como algumas lesões in situ (doença de Bowen).
Cirurgia micrográfica e encaminhamento. Em tumores de alto risco, como os recidivados, os de subtipos agressivos e os localizados no centro do rosto, as diretrizes indicam a cirurgia micrográfica (Mohs), em que as margens são examinadas durante o procedimento. A clínica não realiza cirurgia de Mohs: casos que exigem cirurgia micrográfica, avaliação oncológica ou tratamento complementar são encaminhados para serviço especializado, com acompanhamento conjunto. Os raros tumores avançados são conduzidos por equipe multidisciplinar e podem envolver radioterapia ou medicamentos de imunoterapia.
Toda retirada de carcinoma deixa cicatriz. O objetivo é tirar o tumor por inteiro e, ao mesmo tempo, preservar função e aparência. Em áreas nobres do rosto há pouca pele disponível e cada estrutura tem uma função: a pálpebra precisa fechar, a narina precisa ficar aberta, o lábio precisa manter o contorno.
Formas de fechar a ferida. Conforme o tamanho e o local, a ferida pode ser fechada com pontos diretamente, com um retalho (pele vizinha deslocada para cobrir a área) ou com um enxerto (pele retirada de outra região). A escolha é feita caso a caso, na avaliação.
Por que a técnica pesa no resultado. Nas áreas em que as opções de reconstrução são limitadas, a cirurgia micrográfica permite poupar pele sadia, e por isso é preferida em vários tumores do centro do rosto.
Cuidados com a cicatriz. Os pontos no rosto costumam ser retirados em torno de uma semana, e a cicatriz deve ser protegida do sol por pelo menos seis meses. A cicatriz amadurece ao longo de meses; quando fica alargada, elevada ou escurecida, as opções de tratamento são avaliadas no retorno.
Risco de um segundo câncer de pele. Quem teve um carcinoma basocelular tem risco bem aumentado de desenvolver outro basocelular e, com menor frequência, um espinocelular ou um melanoma. O novo tumor pode aparecer em outro ponto da pele que recebeu o mesmo sol, por isso o acompanhamento olha para a pele inteira, e não só para a cicatriz.
Acompanhamento. As diretrizes recomendam acompanhamento de longo prazo para quem teve tumor de alto risco ou vários carcinomas, e a frequência das consultas de revisão depende do risco de cada caso, definida na avaliação.
Prevenção. A radiação ultravioleta é o principal fator causal dos dois carcinomas, e a prevenção segue as mesmas regras de proteção da pele:

Como o atendimento é feito por um único médico, quem examina a lesão é o mesmo que faz a biópsia, a cirurgia e as consultas de revisão.
A consulta de avaliação tem valor próprio e é o ponto de partida. O valor de biópsia ou cirurgia depende do tamanho, da localização e da técnica indicada, e é apresentado depois da avaliação. Valores atualizados de consulta são informados pelo WhatsApp da clínica.
Atendimento exclusivamente particular, sem convênio. Aceitamos PIX, cartão de débito e cartão de crédito, com parcelamento em até 10x no crédito, conforme o valor. A nota fiscal é emitida em nome do paciente, e todos os valores podem ser abatidos no Imposto de Renda.

Na consulta você pode esperar:
O agendamento é feito pelo WhatsApp da clínica, e o atendimento acontece no Edifício Metropolitan, no centro de Londrina (R. Mato Grosso, 1114, sala 716).
Quando retirado por inteiro, com margens livres confirmadas no laudo, o carcinoma basocelular costuma ser resolvido no local tratado, e o tratamento tende a ser mais simples quanto mais cedo é feito. Como existe risco de recidiva e de novos tumores em outras áreas, o acompanhamento continua depois da cirurgia.
Sim, é um câncer, mas com tendência muito baixa a se espalhar: menos de 1% dos pacientes, segundo a diretriz europeia de 2023. O dano dele é local, porque cresce e destrói os tecidos ao redor.
O basocelular é o mais comum, cresce devagar, costuma ser brilhante ou perolado e raramente se espalha. O espinocelular costuma ser áspero e endurecido, está ligado à ceratose actínica e ao sol acumulado, e tem chance maior de metástase, sobretudo em lábio, orelha e pessoas imunossuprimidas.
Na maioria dos casos é tratado com cirurgia e não se espalha; dois grandes estudos citados na diretriz europeia relataram metástase em 1,2% e 4% dos pacientes. O risco cresce com tamanho de 2 cm ou mais, maior profundidade, localização em lábio, orelha ou têmpora e imunossupressão.
Pode, principalmente quando a margem fica comprometida, nos subtipos mais agressivos e em áreas como nariz, pálpebras, lábios e orelhas. Além disso, existe o risco de um novo carcinoma surgir em outro ponto da pele.
Em basocelulares superficiais e pequenos, selecionados na avaliação, tratamentos tópicos são uma opção descrita nas diretrizes, sempre com prescrição e acompanhamento. Nos demais subtipos e no espinocelular invasivo, o padrão é a cirurgia.
Na grande maioria dos casos, não: a retirada cirúrgica é o tratamento de primeira linha. Tumores avançados, ou pacientes que não podem ser operados, podem ter indicação de radioterapia ou de imunoterapia, decididas por equipe multidisciplinar.
Sim, toda retirada deixa cicatriz, e a forma de fechar a ferida é escolhida para preservar função e aparência. A cicatriz deve ser protegida do sol por pelo menos seis meses e melhora ao longo dos meses seguintes.
Sim. Quem teve um carcinoma basocelular tem risco bem aumentado de ter outro e, com menor frequência, um espinocelular ou um melanoma, por isso o acompanhamento periódico da pele inteira é recomendado.
O Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista, atende no Edifício Metropolitan, no centro de Londrina, com dermatoscopia na consulta e biópsia e retirada com anestesia local no consultório. Casos que exigem cirurgia micrográfica ou avaliação oncológica são encaminhados para serviço especializado, com acompanhamento conjunto.
Veja também
O conteúdo desta página tem finalidade informativa e educativa e não substitui a consulta médica. Indicação e resultados variam de pessoa para pessoa e não constituem promessa de resultado.
Revisão médica: conteúdo escrito e revisado pelo Dr. João Victor Bezerra · CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 — Médico Dermatologista. Última atualização: outubro de 2026.
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