Dr. João Victor Bezerra · Médico Dermatologista
Cobreiro — avaliação rápida, controle da dor e início do tratamento na janela em que ele muda o curso do quadro.
CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 · Atendimento particular no centro de Londrina

Em resumo
Começa com uma dor, um ardor ou um formigamento numa faixa do corpo, sem nada visível na pele. Dois ou três dias depois aparecem as bolhas, sempre de um lado só, seguindo um trajeto. É o herpes zóster, o cobreiro — a reativação do vírus da catapora, que ficou adormecido nos nervos desde a infância.
O tratamento do herpes zóster em Londrina é conduzido pelo Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista. E aqui o tempo importa mais do que em quase qualquer outro quadro de pele: o antiviral tem eficácia maior quando iniciado nas primeiras 72 horas do aparecimento das lesões. Suspeitou, procure atendimento no mesmo dia.
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Sabrina MirandaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
ótimo atendimento, ambiente maravilhoso e o atendimento também, resolveu meu problema de dermatitePublicado em Google![]()
Vinicius GonçalvesTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Foi um excelente atendimento, o Dr. super simpático, atencioso e cuidadoso. Me passou muita segurança no tratamento que me ofereceu e com toda certeza voltarei com o Dr. João se caso necessário for!Publicado em Google![]()
Wagner RochaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente médico com ótima formação acadêmica e muito ético. Recomendo para dermatologia clínica ou estética. Atendimento espetacular de toda a equipe.Publicado em Google![]()
ro petelinTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Lugar acolhedor, lindo, de muito bom gosto. Atendimento humano, integro e impecável. Parabéns Dr, parabéns Rafael, atendimento de vcs é 10 👏🏻Publicado em Google![]()
MarceloFytTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Já começou no atendimento, fui muito bem atendido pelo Rafael, Super educado e simpático, Dr João conheci ele hoje, minha primeira consulta, mãos de anjo, tirei 2 pintas que me incomodaram por muito tempo que nem senti dor, graças a Deus 🙌🏻 Super educado tmb, e já irei começar um tratamento de acne tmb, super recomendo conhecer e agendar uma consulta, realmente fora da curva o tratamento que tive hoje 👏🏻👏🏻👏🏻Publicado em Google![]()
Seleide EugenioTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Quero deixar registrado todo o meu carinho e gratidão pelo Dr. João Victor Bezerra. O tratamento que está realizando em minha pele tem proporcionado resultados maravilhosos. Meu rosto está mais bonito, rejuvenescido e com uma aparência muito mais saudável. Mas, além da transformação na minha pele, o que mais me deixa feliz é a melhora da minha autoestima. Voltei a me sentir ainda mais bonita e confiante. Sou muito grata por todo o cuidado, atenção e profissionalismo. Obrigada por fazer uma diferença tão positiva na minha vida!Publicado em Google![]()
jomil moveisTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Tive uma intercorrencia de um procedimento que fiz com um outro profissional, foi caso de emergência. Acabei passando pelo consultório do dr João Victor bezerra, e fui muito bem atendida, é um excelente profissional, prestativo e atencioso aos detalhes. Eu recomendo . Sara RossiPublicado em Google![]()
carmen colaTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Um espaço acolhedor e agradável, equipe gentilíssima e o doutor João demonstra muito conhecimento daquilo que se propõe a fazer. Estou bem confiante em realizar procedimentos com ele.Publicado em Google![]()
Carolina VolcovTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Recomendo de olhos fechados, dr João um profissional incrível e um ser humano extraordinário, recepção também nos trata com muito carinho e atenção, a clínica do dr João está de parabéns, superou minhas expectativasPublicado em Google![]()
Lucas BezerraTrustindex verifica se a fonte original da avaliação é Google.
Excelente atendimento e recepção.Certificado: TrustindexO selo verificado do Trustindex é o Símbolo Universal de Confiança. Apenas as melhores empresas podem obter o selo verificado que tem uma pontuação de avaliação acima de 4.5, com base nas avaliações dos clientes nos últimos 12 meses. Leia mais
Quem teve catapora nunca se livra por completo do vírus. Depois da infecção, o vírus varicela-zóster permanece adormecido nos gânglios nervosos, controlado pelo sistema imune. O herpes zóster é a reativação desse vírus, décadas depois, quando esse controle afrouxa.
Isso explica o formato tão característico da doença. O vírus caminha ao longo de um único nervo até a pele — por isso as lesões aparecem em faixa, de um lado só do corpo, sem cruzar a linha média. Não é coincidência nem espalhamento: é o mapa do nervo acometido.
O que favorece a reativação: idade acima de 50 anos, estresse importante, outras doenças, imunossupressão e uso de medicações que baixam a imunidade. Em pessoas jovens e sem fator aparente, vale investigar o que está por trás.
Na maioria dos casos a dor precede a erupção em dois a três dias. É uma dor em queimação, fisgada ou choque, às vezes com sensibilidade exagerada ao toque da roupa, numa faixa da pele que ainda parece normal.
É a fase em que o diagnóstico costuma passar batido — dor no tórax vira suspeita de coração, dor lombar vira suspeita de rim, dor na face vira suspeita de dente. Dor em faixa, de um lado só, sem causa aparente, merece considerar zóster e observar a pele nos dias seguintes.
Surgem grupos de vesículas sobre base avermelhada, que evoluem para pústulas e depois para crostas ao longo de sete a dez dias. A distribuição é o que fecha o diagnóstico: unilateral, em faixa, respeitando a linha média do corpo. Tórax e tronco são as regiões mais comuns.
O zóster no ramo oftálmico do nervo trigêmeo acomete testa, pálpebra e região ao redor do olho. Lesão na ponta do nariz é sinal de alerta — indica risco aumentado de acometimento ocular, que pode comprometer a visão. Zóster na face exige avaliação no mesmo dia e, muitas vezes, avaliação oftalmológica associada.
O antiviral é o centro do tratamento. Iniciado nas primeiras 72 horas do aparecimento das lesões, ele reduz a duração do quadro, acelera a cicatrização e diminui o risco de dor persistente depois. Passada essa janela ele ainda pode ser indicado em algumas situações, mas o benefício cai.
Por isso a orientação é direta: não espere para ver no que dá. Entre procurar atendimento hoje e procurar na semana que vem, a diferença não é de conforto — é de desfecho.
A dor do zóster é neuropática, vem do nervo inflamado, e responde mal a analgésico comum isolado. O esquema é montado conforme a intensidade e as outras condições de saúde do paciente, e ajustado nos retornos. Dor mal controlada na fase aguda aumenta o risco de dor crônica depois, então tratar bem agora é também prevenção.
Compressas, limpeza suave e proteção da área reduzem desconforto e risco de infecção bacteriana. Não estourar as bolhas e evitar pomadas por conta própria são as duas orientações que mais evitam complicação. Roupas largas e de algodão sobre a faixa acometida ajudam mais do que parece.
O tratamento não termina quando as crostas caem. O retorno serve para verificar se a dor está cedendo no ritmo esperado e, se não estiver, iniciar cedo o manejo da nevralgia pós-herpética — que é muito mais eficaz quando não se espera meses para começar.
É a dor que persiste depois que a pele já cicatrizou, e é a complicação mais frequente e mais incapacitante do zóster. Pode durar meses e, em alguns casos, anos. A pele fica normal por fora, e o nervo lesionado continua enviando sinal de dor.
O risco é maior com idade mais avançada, dor intensa na fase aguda, erupção extensa e demora no início do antiviral — e é justamente por isso que tratar cedo e controlar bem a dor aguda importa tanto.
Existe tratamento para a nevralgia, e ele funciona melhor quando começa cedo. Conviver com a dor esperando passar sozinha é a pior estratégia.
Aqui há uma confusão que gera muito medo desnecessário. Ninguém pega cobreiro de outra pessoa. O que pode ser transmitido, a partir do líquido das bolhas, é o vírus da catapora — e apenas para quem nunca teve catapora nem foi vacinado.
Ou seja: quem tem contato com uma pessoa com zóster e já teve catapora não corre risco de nada. Quem nunca teve pode desenvolver catapora, não cobreiro.
Enquanto houver bolhas, o cuidado é manter as lesões cobertas e evitar contato com gestantes que não tiveram catapora, recém-nascidos e pessoas com imunidade comprometida. Depois que tudo vira crosta, não há mais transmissão. E importante: a crença popular de que o cobreiro mata quando fecha uma volta no corpo não tem base — o zóster segue o trajeto de um nervo e não circunda o tronco.
Existe vacina contra o herpes zóster, disponível na rede privada, indicada principalmente a partir dos 50 anos e em algumas situações de imunidade reduzida. Ela reduz a chance de ter a doença e, quando ela ocorre, reduz a gravidade e o risco de nevralgia pós-herpética.
Quem já teve zóster também pode se vacinar — ter tido uma vez não protege contra novos episódios. A indicação, o momento e o intervalo em relação ao episódio são definidos em consulta, considerando idade, condições de saúde e medicações em uso.

O zóster parece simples de reconhecer quando as bolhas já estão lá, mas o que define o desfecho acontece antes e depois disso:
O dermatologista é o especialista médico em pele e reconhece o quadro em fases iniciais, quando o tratamento ainda tem o máximo de efeito.
O valor depende da extensão do quadro, da intensidade da dor, das condições de saúde do paciente e da necessidade de retornos — informações que só existem depois da avaliação.
A consulta tem valor próprio e é o ponto de partida. Nela você recebe o diagnóstico, a prescrição e o plano de acompanhamento. Como o zóster é um quadro agudo com janela de tratamento curta, a prioridade é conseguir o atendimento rápido — entre em contato pelo WhatsApp descrevendo o quadro. Atendimento exclusivamente particular. Valores atualizados de consulta são informados pelo WhatsApp da clínica.

Se você suspeita de cobreiro, não espere pelo agendamento comum: avise pelo WhatsApp que se trata de um quadro agudo. Na consulta você pode esperar:
Leve a lista das medicações em uso e informe doenças renais, hepáticas ou qualquer condição que reduza a imunidade — isso muda a dose e a conduta. O consultório fica no Edifício Metropolitan, no centro de Londrina.
Sim. Cobreiro é o nome popular do herpes zóster, a reativação do vírus da catapora que ficou adormecido nos nervos. Também aparece como fogo selvagem ou zona em algumas regiões.
Não. Essa crença é muito difundida e não tem base. O zóster segue o trajeto de um nervo, de um lado só do corpo, e não circunda o tronco. Lesões espalhadas por várias regiões são um quadro diferente, que sugere imunidade comprometida e exige avaliação rápida — mas não pelo motivo do ditado.
Não. O zóster não é transmitido de pessoa para pessoa: ele vem do vírus que já estava no seu corpo desde a catapora. O que pode ser transmitido pelas bolhas é a catapora, e apenas para quem nunca teve nem se vacinou.
Adianta avaliar. O benefício do antiviral é maior dentro dessa janela, mas ele ainda pode ser indicado depois em várias situações — lesões novas surgindo, acometimento da face, imunidade reduzida. E o controle da dor, que é boa parte do tratamento, é útil em qualquer momento.
As lesões costumam evoluir para crosta em sete a dez dias e cicatrizar em duas a quatro semanas. A dor pode ceder junto ou persistir depois — é a nevralgia pós-herpética, que tem tratamento próprio.
Pode ficar, sobretudo em quadros extensos ou quando houve infecção das lesões. Não estourar as bolhas, manter a área limpa e proteger do sol durante a cicatrização reduz bastante a chance de marca permanente.
Pode. Ter tido zóster uma vez não dá imunidade contra novos episódios. Quem já teve também tem indicação de vacina, avaliada em consulta.
Pode. A dor costuma vir dois a três dias antes das lesões, e essa é a fase em que o diagnóstico mais escapa. Dor em queimação, em faixa, de um lado só e sem causa aparente justifica avaliação e observação da pele nos dias seguintes.
Sim, e costuma ser indicada. O momento de fazer, em relação ao episódio recente, é definido em consulta.
O atendimento é realizado pelo Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista, no consultório do Edifício Metropolitan, no centro de Londrina. Por ser um quadro com janela curta de tratamento, avise pelo WhatsApp que se trata de suspeita de zóster. Atendimento exclusivamente particular.
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O conteúdo desta página tem finalidade informativa e educativa e não substitui a consulta médica. A evolução e a resposta ao tratamento variam conforme o paciente, e não constituem promessa de resultado, em conformidade com a Resolução CFM 2.336/2023.
Revisão médica: conteúdo escrito e revisado pelo Dr. João Victor Bezerra · CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 — Médico Dermatologista. Última atualização: setembro de 2026. As informações têm caráter educativo e não substituem a consulta.
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