Médico Dermatologista · Clínica
Bolinhas peroladas com um pontinho no centro, muito comuns em crianças. Diagnóstico no consultório e tratamento por curetagem, crioterapia ou medicamentos, escolhido conforme a idade e o número de lesões, pelo médico dermatologista.
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CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 · Atendimento particular no centro de Londrina

Em resumo
O molusco contagioso é uma infecção viral benigna da pele, mais comum em crianças de 1 a 10 anos, que forma bolinhas de 2 a 5 mm, cor da pele ou peroladas, com um pequeno umbigo no centro. Em quem tem a imunidade normal, as lesões costumam sumir sozinhas, em geral entre 6 meses e 2 anos. O tratamento encurta esse tempo, reduz a passagem do vírus para outras partes do corpo e para outras pessoas e cuida da irritação em volta das lesões.
No consultório do Dr. João Victor Bezerra, médico dermatologista em Londrina, o diagnóstico é feito no exame da pele, e o tratamento é escolhido com os pais: curetagem, crioterapia ou medicamentos, conforme a idade, o número e o lugar das lesões. A clínica atende crianças desde bebês, e adultos também.
Quando vale marcar
Como é a consulta
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O molusco aparece como bolinhas firmes, lisas e brilhantes, cor da pele, rosadas ou peroladas, quase sempre com uma pequena depressão no centro, como um umbigo. Costumam surgir em grupos e não aparecem nas palmas das mãos nem nas plantas dos pés.
Na criança com dermatite atópica, o molusco costuma ser mais extenso, porque a pele ressecada e o hábito de coçar facilitam que o vírus se espalhe.
O vírus passa pelo contato direto com a pele de quem tem as lesões e por objetos de uso pessoal, como toalhas, roupas, brinquedos e equipamentos de piscina. Na própria pessoa, coçar, espremer ou raspar leva o vírus para a pele em volta, e é assim que as lesões se multiplicam.
A criança não precisa faltar à escola nem à creche por causa do molusco.
Como as lesões costumam sumir sozinhas, esperar é uma opção válida em parte das crianças, com acompanhamento. O tratamento passa a fazer mais diferença quando:
A decisão é tomada junto com os pais, depois do exame, pesando o número de lesões, a idade e o quanto cada opção de tratamento é tolerável para a criança.
No consultório, o tratamento é feito por uma destas formas, sozinhas ou combinadas:
A técnica é escolhida conforme a idade da criança, o número e o lugar das lesões. Perto dos olhos, o cuidado é maior. Depois do tratamento, o acompanhamento continua, porque lesões novas podem aparecer até que o organismo elimine o vírus.

O molusco é simples de tratar quando o diagnóstico está certo e a técnica combina com a criança. O que faz diferença:
Outras queixas da pele das crianças estão em dermatologia pediátrica em Londrina.
A consulta tem valor próprio e é o ponto de partida; a consulta infantil tem o mesmo valor da consulta de adulto. O valor do procedimento depende do número de lesões e da técnica indicada, e é informado depois do exame, antes de qualquer tratamento.
Atendimento exclusivamente particular, sem convênio. Aceitamos PIX, cartão de débito e cartão de crédito. Procedimentos podem ser parcelados em até 10x no crédito, conforme o valor; a consulta não é parcelada. A nota fiscal é emitida em nome do paciente, para dedução no Imposto de Renda.

O agendamento é feito pelo WhatsApp da clínica, no botão "Agendar consulta". Se quiser, conte na mensagem a idade da criança e onde estão as lesões: isso ajuda a reservar o tempo certo para a consulta.
O atendimento acontece no Edifício Metropolitan, centro de Londrina (R. Mato Grosso, 1114, sala 716), de segunda a sexta das 9h às 18h e aos sábados das 9h às 13h.
Não. É uma infecção viral benigna da pele. Em crianças com a imunidade normal, as lesões costumam sumir sozinhas com o tempo, e o tratamento é indicado para encurtar esse período, evitar que se espalhem e cuidar da irritação.
Em geral, entre 6 meses e 2 anos, e em parte dos casos um pouco mais. Nesse período, lesões novas podem aparecer enquanto outras desaparecem.
Não. O recomendado é cobrir as lesões com a roupa ou com um curativo, não compartilhar toalhas e manter as unhas curtas para evitar que a criança coce.
Não. Espremer ou arrancar as lesões leva o vírus para a pele em volta, machuca e pode causar infecção. A retirada deve ser feita no consultório, com a técnica adequada.
Antes do procedimento é aplicado um anestésico em creme e, se preciso, anestesia local, o que reduz o desconforto. Em crianças pequenas ou com muitas lesões, outras opções podem ser mais adequadas, e a escolha é feita com os pais.
Pode, desde que não haja feridas abertas. Vale não compartilhar toalhas, boias e outros objetos de uso pessoal.
Pode. O tratamento remove as lesões existentes, mas um novo contato com o vírus pode trazer lesões novas. Por isso o acompanhamento continua até a pele ficar limpa.
Sim. Em adultos, as lesões na região genital costumam ser transmitidas por contato íntimo e pedem avaliação médica e tratamento. O atendimento é feito com sigilo médico.
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O conteúdo desta página tem finalidade informativa e educativa e não substitui a consulta médica. Indicação e resultados variam de pessoa para pessoa e não constituem promessa de resultado.
Revisão médica: conteúdo escrito e revisado pelo Dr. João Victor Bezerra · CRM-PR 57.044 · RQE 35.332 — Médico Dermatologista. Última atualização: outubro de 2026.
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