Médico Dermatologista – CRM-PR 57044 • RQE 35332 • Sociedade Brasileira de Dermatologia
O tratamento de vitiligo em Londrina existe, ao contrário do que muita gente ainda ouve. Vitiligo não é contagioso, não é causado por alimentação e não é falta de cuidado: é uma doença autoimune em que as células responsáveis pela cor da pele são destruídas, deixando manchas brancas bem delimitadas.
No consultório do Dr. João Victor Bezerra, dermatologista em Londrina, a conduta considera três frentes: frear a progressão, estimular a repigmentação e investigar as condições autoimunes associadas — além do peso emocional, que faz parte do quadro.
Formação médica especializada
Registro médico ativo
Especialista em Dermatologia
Sociedade Brasileira de Dermatologia
A pele deve sua cor aos melanócitos, células que produzem melanina. No vitiligo, o próprio sistema imunológico ataca e destrói essas células em determinadas áreas — e onde elas deixam de existir, a pele fica branca.
As manchas costumam ser bem delimitadas, de cor branco-leitosa, e aparecem com mais frequência em mãos, rosto, ao redor da boca e dos olhos, cotovelos, joelhos, genitália e áreas de atrito. Não coçam nem doem — o que torna a queixa quase sempre visual e emocional.
Ainda ouve-se com frequência que “não tem nada a fazer”. Isso está desatualizado. O arsenal terapêutico se ampliou de forma relevante nos últimos anos, e quanto mais cedo o tratamento começa, melhores tendem a ser as chances de resposta.
É a forma mais comum. As manchas aparecem de forma simétrica nos dois lados do corpo e tendem a evoluir em surtos, com períodos de estabilidade e de progressão. Tem maior associação com outras doenças autoimunes.
Acomete apenas um lado do corpo, em uma área delimitada. É mais frequente em crianças e adolescentes, costuma progredir rapidamente por alguns meses e depois estabilizar. Responde menos aos tratamentos clínicos, mas é a forma com melhor indicação para técnicas cirúrgicas de repigmentação.
A forma localizada limita-se a poucas manchas isoladas. Na outra ponta, a forma universal compromete a maior parte da superfície corporal e, nesses casos, a estratégia terapêutica pode ser inteiramente diferente.
Manchas novas nos últimos meses, manchas antigas que aumentaram, bordas maldefinidas e o surgimento de lesões em áreas de trauma ou atrito — como cintos, alças e cicatrizes — indicam doença ativa. Esse dado muda a conduta: em doença ativa, a prioridade é estabilizar.
A escolha depende da extensão, da atividade da doença, das áreas acometidas, da idade e do tempo de evolução. Na maior parte dos casos, combinam-se abordagens:
Inclui corticoides tópicos, imunomoduladores tópicos — especialmente úteis em face e áreas de pele fina — e, mais recentemente, inibidores de JAK de uso tópico, que ampliaram as opções para repigmentação, sobretudo na face. Indicados em quadros localizados e como parte de esquemas combinados.
É o tratamento com maior respaldo para formas extensas ou progressivas. Utiliza comprimentos de onda específicos de luz ultravioleta, em sessões regulares ao longo de meses, e pode ser combinada com tratamento tópico para melhorar a resposta. Não se confunde com exposição solar nem com bronzeamento artificial.
Em quadros de progressão rápida, esquemas sistêmicos podem ser indicados para frear a atividade da doença antes de investir em repigmentação. Exigem avaliação de exames, monitoramento e discussão de riscos e benefícios.
Para lesões estáveis — sem novas manchas ou crescimento por um período — e refratárias ao tratamento clínico, existem técnicas de transplante de melanócitos. Têm indicação criteriosa e são especialmente consideradas no vitiligo segmentar.
Produtos de camuflagem cosmética de alta cobertura permitem disfarçar as manchas em situações específicas, sem interferir no tratamento. É um recurso legítimo e frequentemente subestimado, especialmente para áreas expostas.
Ser realista aqui é parte do tratamento — e evita tanto o abandono precoce quanto a frustração:
Por isso o acompanhamento inclui registro fotográfico padronizado: mudanças graduais são difíceis de perceber no espelho do dia a dia, e a comparação objetiva é o que permite avaliar se o tratamento está funcionando.
Por ser uma doença autoimune, o vitiligo se associa com mais frequência a outras condições do mesmo grupo, e isso é investigado na consulta:
Vitiligo é uma doença autoimune crônica, e o tratamento exige avaliação de atividade, escolha terapêutica e acompanhamento prolongado. A condução adequada depende de:
O dermatologista é o especialista médico em pele, com formação para conduzir doenças autoimunes cutâneas e articular o cuidado com outras especialidades.
O valor varia conforme a extensão das lesões, a atividade da doença, o tipo de tratamento indicado, a necessidade de exames e a frequência de acompanhamento — informações que só existem depois da avaliação.
A consulta de avaliação tem valor próprio e é o ponto de partida. Nela você recebe o diagnóstico, a avaliação de atividade e o plano de tratamento com os valores discriminados. Vitiligo é uma doença crônica e o tratamento se desenvolve ao longo de meses, o que é considerado no planejamento. Atendimento exclusivamente particular. Valores atualizados de consulta são informados pelo WhatsApp da clínica.
A avaliação com o Dr. João Victor Bezerra é o primeiro passo. Na consulta você pode esperar:
O agendamento é feito diretamente pelo WhatsApp da clínica, no Edifício Metropolitan, no centro de Londrina.
Não existe cura definitiva, mas existe tratamento: é possível frear a progressão e obter repigmentação em parte dos casos, especialmente quando iniciado cedo. A resposta varia entre pessoas e entre regiões do corpo, e não pode ser garantida antes de começar.
Não. Não é contagioso, não se transmite por contato, compartilhamento de objetos ou qualquer outra via. É uma doença autoimune, com componente genético e desencadeantes ambientais.
A causa é multifatorial: predisposição genética somada a um processo autoimune que destrói os melanócitos. Estresse intenso, traumas na pele e queimaduras solares podem funcionar como desencadeantes em pessoas predispostas, mas não são a causa isolada.
Pode haver repigmentação, total ou parcial, dependendo da região, do tempo de evolução, da atividade da doença e da resposta individual. Face e tronco costumam responder melhor; mãos, pés e áreas com pelos brancos respondem menos. O tratamento cria as condições, sem garantia de resultado.
Meses. Os primeiros sinais de repigmentação costumam aparecer como pontinhos escuros ao redor dos folículos, e o processo é gradual. Por isso o registro fotográfico é importante: a mudança lenta é difícil de perceber no dia a dia.
Exposição solar sem controle não é tratamento e traz risco: as manchas não têm proteção natural e queimam com facilidade, e queimaduras podem desencadear novas lesões. Além disso, o bronzeado da pele ao redor aumenta o contraste. A fototerapia é diferente — usa dose e comprimento de onda controlados.
Não há dieta que trate vitiligo, nem alimento que o cause. Investiga-se, sim, condições associadas como alterações da tireoide, e o tratamento dessas condições faz parte do cuidado geral.
Em geral sim, para rastrear doenças autoimunes associadas — principalmente da tireoide, a associação mais frequente. Outros exames podem ser solicitados conforme o tratamento indicado.
Existem produtos de camuflagem cosmética de alta cobertura e resistência à água, que disfarçam as manchas e não interferem no tratamento. É um recurso útil, especialmente para áreas expostas, e pode ser orientado na consulta.
O tratamento é realizado pelo Dr. João Victor Bezerra, dermatologista, no consultório do Edifício Metropolitan, no centro de Londrina, com avaliação da atividade da doença e acompanhamento contínuo. Atendimento exclusivamente particular.
Veja também: Dermatologia Clínica · Melasma e manchas · Psoríase
O conteúdo desta página tem finalidade informativa e educativa e não substitui a consulta médica. A resposta ao tratamento varia conforme paciente, forma clínica, região do corpo e tempo de evolução, e não constitui promessa de resultado, em conformidade com a Resolução CFM 2.336/2023.
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